Provérbios 16

33 versículos · capítulo 16 de 31

Provérbios 16
Ouça o capítulo — Provérbios 16

Neste capítulo, Provérbios ensina que o homem prepara seus planos, mas é o Senhor quem dirige os passos e pesa os espíritos, por isso vale entregar a ele as próprias obras. O texto condena a soberba, afirmando que ela precede a ruína, e valoriza a humildade, a fidelidade e a justiça como base para reis e governantes. Fala-se também do homem de Belial, que espalha discórdia com palavras maliciosas, e do valor de dominar o próprio espírito, comparado a alguém mais forte que quem toma uma cidade. O capítulo lembra ainda que, embora a sorte seja lançada, é do Senhor que vem toda decisão.

1 Do homem são as preparações do coração, mas do Senhor a resposta da boca. Personagens: Senhor

2 Todos os caminhos do homem são limpos aos seus olhos, mas o Senhor pesa os espíritos. Personagens: Senhor

3 Confia do Senhor as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos. Personagens: Senhor

4 O Senhor fez todas as coisas para si, para os seus próprios fins, e até ao ímpio para o dia do mal. Personagens: Senhor

5 Abominação é ao Senhor todo o altivo de coração: ainda que ele junte mão à mão, não será inocente Personagens: Senhor

6 Pela misericórdia e pela fidelidade se expia a iniquidade, e pelo temor do Senhor os homens se desviam do mal. Personagens: Senhor

7 Sendo os caminhos do homem agradáveis ao Senhor, até a seus inimigos faz que tenham paz com ele. Personagens: Senhor

8 Melhor é o pouco com justiça, do que a abundância de colheita com injustiça.

9 O coração do homem considera o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos. Personagens: Senhor

10 Adivinhação se acha nos lábios do rei: em juízo não prevaricará a sua boca.

11 O peso e a balança justa são do Senhor: obra sua são todos os pesos da bolsa. Personagens: Senhor

12 Abominação é para os reis obrarem impiedade, porque com justiça se estabelece o trono.

13 Os lábios de justiça são o contentamento dos reis, e eles amarão ao que fala coisas rectas.

14 O furor do rei é como uns mensageiros da morte, mas o homem sábio o apaziguará.

15 Na luz do rosto do rei está a vida, e a sua benevolência é como a nuvem da chuva serodia.

16 Quanto melhor é adquirir a sabedoria do que o ouro! e quanto mais excelente adquirir a prudência do que a prata!

17 A carreira dos rectos é desviar-se do mal; o que guarda a sua alma conserva o seu caminho.

18 A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a quéda.

19 Melhor é ser humilde despirito com os mansos, do que repartir o despojo com os soberbos.

20 O que atenta prudentemente para a palavra achará o bem, e o que confia no Senhor será bemaventurado. Personagens: Senhor

21 O sábio de coração será chamado prudente, e a doçura dos lábios augmentará o ensino.

22 O entendimento, para aqueles que o possuem, é uma fonte de vida, mas a instrucção dos tolos é a sua estulticia.

23 O coração do sábio instrue a sua boca, e sobre os seus lábios augmentará a doutrina.

24 Favo de mel são as palavras suaves, doces para a alma, e saude para os ossos.

25 Ha caminho, que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte.

26 O trabalhador trabalha para si mesmo, porque a sua boca o insta.

27 O homem de Belial cava o mal, e nos seus lábios se acha como um fogo ardente.

28 O homem perverso levanta a contenda, e o murmurador separa os maiores amigos.

29 O homem violento persuade ao seu companheiro, e o guia por caminho não bom.

30 Fecha os olhos para imaginar perversidades; mordendo os lábios, efectua o mal.

31 Corôa de honra são as cãs, achando-se elas no caminho de justiça.

32 Melhor é o longanimo do que o valente, e o que governa o seu espírito do que o que toma uma cidade.

33 A sorte se lança no regaço, mas do Senhor procede toda a sua disposição. Personagens: Senhor

Neste capítulo

Ir para outro capítulo

Texto da tradução João Ferreira de Almeida — domínio público.