Deuteronômio 15

O ano de cancelar as dívidas

23 versículos · capítulo 15 de 34

Deuteronômio 15
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Deuteronômio 15 institui o ano de remissão a cada sete anos, quando as dívidas entre israelitas deveriam ser perdoadas e os servos hebreus libertados, recebendo provisões generosas para recomeçar a vida. Moisés insiste para que o coração do povo não se torne mesquinho com os pobres à medida que esse ano se aproxima, prometendo a bênção de Deus a quem emprestasse com liberalidade. O capítulo também trata da consagração dos primogênitos do rebanho ao Senhor.

1 Ao fim dos sete anos farás remissão. Locutor: Moisés Personagens: Moisés

2 Este pois é o modo da remissão: que todo o credor, que emprestou ao seu próximo uma coisa, permitirá: não a exigirá do seu próximo ou do seu irmão, pois a remissão do Senhor é apregoada.

3 Do estranho a exigirás; mas o que tiveres em poder de teu irmão a tua mão o permitirá:

4 Somente para que entre ti não haja pobre: pois o Senhor abundantemente te abençoará na terra que o Senhor teu Deus te dará por herança, para possuil-a. Personagens: Senhor

5 Se somente ouvires diligentemente a voz do Senhor teu Deus para cuidares em fazer todos estes mandamentos que hoje te ordeno: Personagens: Senhor

6 Porque o Senhor teu Deus te abençoará, como te tem dito: assim, emprestarás a muitas nações, mas não tomarás empréstimos: e dominarás sobre muitas nações, mas elas não dominarão sobre ti. Personagens: Senhor

7 Quando entre ti houver algum pobre de teus irmãos, em alguma das tuas portas, na tua terra que o Senhor teu Deus te dá, não endurecerás o teu coração, nem fecharás a tua mão a teu irmão que for pobre; Personagens: Senhor

8 Antes lhe abrirás de todo a tua mão, e livremente lhe emprestarás o que lhe falta, quanto baste para a sua necessidade.

9 Guarda-te, que não haja palavra de Belial no teu coração, dizendo: Vae-se aproximando o sétimo ano, o ano da remissão: e que o teu olho seja maligno para com teu irmão pobre, e não lhe dês nada; e que ele clame contra ti ao Senhor, e que haja em ti pecado. Personagens: Senhor

10 Livremente lhe darás e que o teu coração não seja maligno, quando lhe déres: pois por esta causa te abençoará o Senhor teu Deus em toda a tua obra, e em tudo no que pozeres a tua mão. Personagens: Senhor

11 Pois nunca cessará o pobre do meio da terra: pelo que te ordeno, dizendo: Livremente abrirás a tua mão para o teu irmão, para o teu necessitado, e para o teu pobre na tua terra.

12 Quando teu irmão hebreo ou irmã hebrea se vender a ti, seis anos te servirá, mas no sétimo ano o despedirás forro de ti.

13 E, quando o despedires de ti forro, não o despedirás vazio.

14 Liberalmente o fornecerás do teu rebanho, e da tua eira, e do teu lagar: daquilo com que o Senhor teu Deus te tiver abençoado lhe darás. Personagens: Senhor

15 E lembrar-te-has de que foste servo na terra do Egito, e de que o Senhor teu Deus te resgatou: pelo que te ordeno hoje esta coisa. Local: Egito Personagens: Senhor

16 Porém será que, dizendo-te ele: Não sairei de ti; porquanto te ama a ti e a tua casa, por estar bem contigo;

17 Então tomarás uma sovela, e lhe furarás a orelha, à porta, e teu servo será para sempre: e tambem assim farás à tua serva.

18 Não seja aos teus olhos coisa dura, quando o despedires forro de ti; pois seis anos te serviu em dobro do salario do jornaleiro: assim o Senhor teu Deus te abençoará em tudo o que fizeres. Personagens: Senhor

19 Todo o primogênito que nascer entre as tuas vacas e entre as tuas ovelhas, o macho sanctificarás ao Senhor teu Deus: com primogênito do teu boi não trabalharás, nem tosquiarás o primogênito das tuas ovelhas. Personagens: Senhor

20 Perante o Senhor teu Deus os comerás de ano em ano, no lugar que o Senhor escolher, tu e a tua casa. Personagens: Senhor

21 Porém, havendo nele algum defeito, se for coxo, ou cego, ou tiver qualquer defeito, não o sacrificarás ao Senhor teu Deus. Personagens: Senhor

22 Nas tuas portas o comerás: o imundo e o limpo o comerão juntamente, como da corça ou do veado.

23 Somente o seu sangue não comerás: sobre a terra o derramarás como água.

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Texto da tradução João Ferreira de Almeida — domínio público.