Malaquias 3

18 versículos · capítulo 3 de 4

Malaquias 3
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Malaquias 3 anuncia o envio de um mensageiro que preparará o caminho antes da vinda do Senhor ao seu templo, comparado ao fogo do ourives que purifica a prata e o ouro dos filhos de Levi. Deus promete ser testemunha contra feiticeiros, adúlteros, os que juram falso e os que exploram o jornaleiro, a viúva, o órfão e o estrangeiro, ao mesmo tempo em que convida o povo a trazer todos os dízimos ao tesouro, prometendo abrir as janelas do céu com bênção transbordante. O capítulo termina distinguindo os que temem o Senhor, cujos nomes ficam escritos num memorial diante dele, dos que praticam a impiedade.

1 Eis que eu envio o meu anjo, que aparelhará o caminho diante de mim; e de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, e o anjo do concerto, a quem vós desejais; eis aqui que vem, diz o Senhor dos Exércitos. Locutor: Senhor

2 Mas quem suportará o dia da sua vinda? e quem subsistirá, quando ele aparecer? porque ele será como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros. Locutor: Senhor

3 E assentar-se-ha, afinando e purificando a prata; e purgará os filhos de Levi, e os afinará como ouro e como prata: então ao Senhor trarão oferta em justiça. Locutor: Senhor Personagens: Levi

4 E a oferta de Judá e de Jerusalem será suave ao Senhor, como nos dias antigos, e como nos primeiros. Locutor: Senhor Local: Jerusalem

5 E chegar-me-hei a vós para juízo, e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros e contra os adúlteros, e contra os que juram falsamente, e contra os que defraudam o jornaleiro em seu jornal, e a viuva, e o órfão, que pervertem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos Exércitos. Locutor: Senhor

6 Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos. Locutor: Senhor Local: Jacó

7 Desde os dias de vossos pais vos desviastes dos meus estatutos, e não os guardastes: tornae a mim, e eu tornarei a vós, diz o Senhor dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar? Locutor: Senhor

8 Roubará o homem a Deus? porque vós me roubais, e dizeis: Em que te roubámos? nos dízimos e nas ofertas alçadas. Locutor: Senhor

9 Com maldição sois malditos, porque me roubais a mim, sim, toda a nação. Locutor: Senhor

10 Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provae-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu então não vos abrirei as janelas do céu, e não vasarei sobre vós uma benção até que não caiba mais. Locutor: Senhor

11 E por causa de vós reprehenderei o devorador, para que não vos corrompa o fruto da terra; e a vide no campo vos não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos. Locutor: Senhor

12 E todas as nações vos chamarão bemaventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o Senhor dos Exércitos. Locutor: Senhor

13 As vossas palavras prevaleceram contra mim, diz o Senhor; mas vós dizeis: Que temos falado contra ti? Locutor: Senhor

14 Vós dizeis: Debalde é servir a Deus: que nos aproveita termos guardado os seus preceitos, e andarmos vestidos de preto diante do Senhor dos Exércitos? Locutor: Senhor

15 Ora pois, nós reputamos por bemaventurados os soberbos: tambem os que obram impiedade se edificam; tambem tentam ao Senhor, e escapam. Locutor: Senhor

16 Então aqueles que temem ao Senhor falam cada um com o seu companheiro; e o Senhor atenta e ouve; e ha um memorial escrito diante dele, para os que temem o Senhor, e para os que se lembram do seu nome.

17 E eles serão meus, diz o Senhor dos Exércitos, naquele dia que farei me serão propriedade; poupal-os-hei, como um homem poupa a seu filho, que o serve. Locutor: Senhor

18 Então tornareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve. Locutor: Senhor

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Texto da tradução João Ferreira de Almeida — domínio público.