2 Crônicas 3

Salomão constrói o templo

17 versículos · capítulo 3 de 36

2 Crônicas 3
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Este capítulo narra o início da construção do templo por Salomão, erguido em Jerusalém no monte Moriá, exatamente no lugar onde Davi havia comprado a eira de Ornã, o jebuseu. São detalhadas as medidas do edifício, do átrio e do santo dos santos, revestidos de ouro puro e ornamentados com pedras preciosas, palmas e correntes, além dos dois grandes querubins de asas estendidas colocados dentro do santuário para cobrir o espaço sagrado. O capítulo termina com a descrição das duas colunas de bronze erguidas diante do templo, chamadas Jaquim e Boaz, símbolos que marcavam a entrada da casa do Senhor.

1 E começou Salomão a edificar a casa do Senhor em Jerusalem, no monte de Moria, onde o Senhor se tinha mostrado a David seu pai, no lugar que David tinha preparado na eira de Ornan, jebuseo. Local: Moriá Personagens: Salomão, Deus, Davi, Ornã

2 E começou a edificar no segundo mês, no dia segundo, no ano quarto do seu reinado.

3 E estes foram os fundamentos que Salomão pôs para edificar a casa de Deus: o comprimento em côvados, segundo a medida primeira, de sessenta côvados, e a largura de vinte côvados. Personagens: Salomão

4 E o alpendre, que estava na frente, de comprimento segundo a largura da casa, era de vinte côvados, e a altura de cento e vinte: o que dentro cobriu com ouro puro.

5 E a casa grande cobriu com madeira de faia; e então a cobriu com ouro fino: e fez sobre ela palmas e cadeias.

6 Tambem a casa adornou de pedras preciosas para ornamento: e o ouro era ouro de Parvaim. Local: Parvaim

7 Tambem na casa cobriu as traves, os umbrais, e as suas paredes, e as suas portas, com ouro: e lavrou querubins nas paredes.

8 Fez mais a casa da santidade das sanctidades, cujo comprimento, segundo a largura da casa, era de vinte côvados, e a sua largura de vinte côvados: e cobriu-a de ouro fino, do peso de seiscentos talentos.

9 O peso dos pregos era de cinquenta siclos de ouro: e os cenaculos cobriu de ouro.

10 Tambem fez na casa da santidade das sanctidades dois querubins de feição dandantes, e cobriu-os de ouro.

11 E, quanto às azas dos querubins, o seu comprimento era de vinte côvados; a aza de um deles de cinco côvados, e tocava na parede da casa; e a outra aza de cinco côvados, e tocava na aza do outro querubim.

12 Tambem a aza do outro querubim era de cinco côvados, e tocava na parede da casa: era tambem a outra aza de cinco côvados, e estava pegada à aza do outro querubim.

13 E as azas destes querubins se estendiam vinte côvados: e estavam postos em pé, e os seus rostos virados para a casa.

14 Tambem fez o véu de azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino: e pôs sobre ele querubins.

15 Fez tambem diante da casa duas colunas de trinta e cinco côvados daltura: e o capitel, que estava sobre cada uma, era de cinco côvados.

16 Tambem fez as cadeias, como no oráculo, e as pôs sobre as cabeças das colunas: fez tambem cem romãs, as quais pôs entre as cadeias.

17 E levantou as colunas diante do templo, uma à direita, e outra à esquerda; e chamou o nome da que estava à direita Jachin, e o nome da que estava à esquerda Boaz. Personagens: Jaquim, Boaz

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Texto da tradução João Ferreira de Almeida — domínio público.