Hamã
Alto funcionário do rei persa Assuero no livro de Ester; inimigo dos judeus que tramou seu extermínio e acabou executado na forca que preparara para Mardoqueu.
Também conhecido como: Haman.
- TestamentoAntigo Testamento
- Povo / triboAgagita
- ÉpocaPós-exílio e retorno
- Aparições50 vers. em 1 livro
- Primeira mençãoEster 3:1
- Última mençãoEster 9:25
Ouça sobre Hamã
Segundo o livro de Ester, Hamã, chamado agagita, foi promovido pelo rei Assuero a uma posição acima de todos os outros oficiais, de modo que todos deveriam curvar-se diante dele. Mardoqueu, porém, recusou-se a prestar essa homenagem, o que encheu Hamã de ira.
Em vez de voltar-se apenas contra Mardoqueu, Hamã decidiu destruir todo o povo dele. Obteve do rei um decreto que autorizava o extermínio dos judeus em todo o império, marcado para um dia determinado por sorteio, o pur, que dá nome à festa de Purim. O relato descreve como o plano ameaçava toda a comunidade judaica.
A rainha Ester, orientada por Mardoqueu, arriscou-se a interceder junto ao rei. Em banquetes que preparou, revelou sua origem judaica e denunciou Hamã como o autor do plano contra o seu povo. O rei, indignado, ordenou a execução de Hamã na mesma forca, alta e já preparada, que ele mandara erguer para Mardoqueu.
Com a queda de Hamã, novas ordens permitiram aos judeus defender-se, e o perigo foi revertido. A história de Hamã é lida como advertência contra o orgulho e o ódio, e sua derrota é lembrada com alegria na festa de Purim pelas comunidades judaicas.
Em vez de voltar-se apenas contra Mardoqueu, Hamã decidiu destruir todo o povo dele. Obteve do rei um decreto que autorizava o extermínio dos judeus em todo o império, marcado para um dia determinado por sorteio, o pur, que dá nome à festa de Purim. O relato descreve como o plano ameaçava toda a comunidade judaica.
A rainha Ester, orientada por Mardoqueu, arriscou-se a interceder junto ao rei. Em banquetes que preparou, revelou sua origem judaica e denunciou Hamã como o autor do plano contra o seu povo. O rei, indignado, ordenou a execução de Hamã na mesma forca, alta e já preparada, que ele mandara erguer para Mardoqueu.
Com a queda de Hamã, novas ordens permitiram aos judeus defender-se, e o perigo foi revertido. A história de Hamã é lida como advertência contra o orgulho e o ódio, e sua derrota é lembrada com alegria na festa de Purim pelas comunidades judaicas.
Onde aparece na Bíblia
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