“E trazei o bezerro cevado, e matae-o; e comamos, e alegremo-nos;”
Ouça Lucas 15:23
O que este versículo diz
À restauração pessoal soma-se a celebração comunitária: "trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos". O bezerro cevado era o animal reservado para as grandes ocasiões, engordado especialmente para um dia de festa extraordinária. Matá-lo significava convocar toda a aldeia, pois a carne precisava ser consumida logo. O retorno do filho não é tratado como assunto privado, a ser resolvido discretamente; é motivo de banquete público.
Aqui reencontramos o tema que atravessa todo o capítulo: a alegria partilhada. Como o pastor e a mulher chamaram vizinhos para festejar, o pai convoca a casa inteira para comemorar. E lembremos o pano de fundo: Jesus responde àqueles que murmuravam por ele "comer com pecadores". A refeição festiva da parábola é, em certo sentido, a imagem daquela mesma mesa. Deus celebra a reconciliação com uma festa. Para o leitor, fica o convite a entender a fé não só como arrependimento sério, mas também como alegria — a alegria de quem foi acolhido de volta e sentado à mesa do Pai.
O que este versículo diz
À restauração pessoal soma-se a celebração comunitária: "trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos". O bezerro cevado era o animal reservado para as grandes ocasiões, engordado especialmente para um dia de festa extraordinária. Matá-lo significava convocar toda a aldeia, pois a carne precisava ser consumida logo. O retorno do filho não é tratado como assunto privado, a ser resolvido discretamente; é motivo de banquete público.
Aqui reencontramos o tema que atravessa todo o capítulo: a alegria partilhada. Como o pastor e a mulher chamaram vizinhos para festejar, o pai convoca a casa inteira para comemorar. E lembremos o pano de fundo: Jesus responde àqueles que murmuravam por ele "comer com pecadores". A refeição festiva da parábola é, em certo sentido, a imagem daquela mesma mesa. Deus celebra a reconciliação com uma festa. Para o leitor, fica o convite a entender a fé não só como arrependimento sério, mas também como alegria — a alegria de quem foi acolhido de volta e sentado à mesa do Pai.