Às ondas e ao medo Jesus responde com poucas palavras: "Sou eu, não temais". A expressão traduzida por "sou eu" é, no original, a mesma fórmula com que Deus se revelou a Moisés no monte — o "Eu Sou". João usa essa expressão em vários momentos decisivos, e aqui, sobre as águas, ela ressoa com peso especial: quem se aproxima não é um fantasma, mas o próprio Senhor, portador do Nome divino.
O "não temais" é, ao mesmo tempo, a saudação mais humana e a mais divina. Repetida inúmeras vezes na Bíblia sempre que Deus ou seus mensageiros se manifestam, ela reconhece nosso medo e o desarma pela presença. Para o crente em meio às suas próprias tempestades, este versículo é um bálsamo. O antídoto para o temor não é a ausência de perigo, mas a presença reconhecida de Cristo. Quando ouvimos, na escuridão, o "Sou eu", o mar pode continuar agitado, mas o coração encontra onde repousar, porque quem caminha sobre as águas veio por nós.
O que este versículo diz
Às ondas e ao medo Jesus responde com poucas palavras: "Sou eu, não temais". A expressão traduzida por "sou eu" é, no original, a mesma fórmula com que Deus se revelou a Moisés no monte — o "Eu Sou". João usa essa expressão em vários momentos decisivos, e aqui, sobre as águas, ela ressoa com peso especial: quem se aproxima não é um fantasma, mas o próprio Senhor, portador do Nome divino.
O "não temais" é, ao mesmo tempo, a saudação mais humana e a mais divina. Repetida inúmeras vezes na Bíblia sempre que Deus ou seus mensageiros se manifestam, ela reconhece nosso medo e o desarma pela presença. Para o crente em meio às suas próprias tempestades, este versículo é um bálsamo. O antídoto para o temor não é a ausência de perigo, mas a presença reconhecida de Cristo. Quando ouvimos, na escuridão, o "Sou eu", o mar pode continuar agitado, mas o coração encontra onde repousar, porque quem caminha sobre as águas veio por nós.