“Mas eu, como surdo, não ouvia, e era como mudo que não abre a boca.”
Ouça Salmos 38:13
O que este versículo diz
Diante das conspirações, o salmista escolhe uma resposta surpreendente: o silêncio. Comporta-se como "surdo" que não ouve as calúnias e como "mudo" que não abre a boca para revidar. Não é a mudez da indiferença, mas uma decisão deliberada de não entrar na disputa, de não responder à maldade com maldade. Ele se recusa a alimentar o ciclo de acusações e ataques.
Esse silêncio é, na verdade, uma forma de confiança: quem se cala diante da injustiça está, implicitamente, entregando sua causa a outro. O salmista não se defende com as próprias forças porque, como veremos, espera que o próprio Deus o defenda. A tradição cristã enxergou nessa postura uma antecipação do modo como Jesus permaneceu em silêncio diante de seus acusadores. Para nós, o versículo oferece uma sabedoria rara: nem toda ofensa precisa de resposta. Às vezes, o silêncio confiante diz mais e protege melhor o coração do que qualquer palavra de defesa.
O que este versículo diz
Diante das conspirações, o salmista escolhe uma resposta surpreendente: o silêncio. Comporta-se como "surdo" que não ouve as calúnias e como "mudo" que não abre a boca para revidar. Não é a mudez da indiferença, mas uma decisão deliberada de não entrar na disputa, de não responder à maldade com maldade. Ele se recusa a alimentar o ciclo de acusações e ataques.
Esse silêncio é, na verdade, uma forma de confiança: quem se cala diante da injustiça está, implicitamente, entregando sua causa a outro. O salmista não se defende com as próprias forças porque, como veremos, espera que o próprio Deus o defenda. A tradição cristã enxergou nessa postura uma antecipação do modo como Jesus permaneceu em silêncio diante de seus acusadores. Para nós, o versículo oferece uma sabedoria rara: nem toda ofensa precisa de resposta. Às vezes, o silêncio confiante diz mais e protege melhor o coração do que qualquer palavra de defesa.