“O que guarda a sua boca e a sua língua, guarda das angustias a sua alma.”
Ouça Provérbios 21:23
O que este versículo diz
Retorna aqui um dos temas mais insistentes de Provérbios: o domínio da língua. "Guardar a boca e a língua" — vigiar o que se diz e como se diz — é guardar "das angústias a sua alma". Quantas dores nascem de palavras precipitadas, de uma resposta áspera, de um segredo revelado, de uma acusação sem fundamento. O sábio sabe que a palavra, uma vez dita, não volta atrás, e que muito sofrimento poderia ser evitado com o silêncio no momento certo. O livro trata a fala como um dos maiores poderes humanos, capaz de vida e de morte. Guardar a língua não é covardia nem falsidade; é prudência que protege a si e aos outros. Para o leitor, o exame é cotidiano: quantas das minhas angústias vieram de coisas que eu não devia ter dito? Cultivar o hábito de pesar as palavras antes de soltá-las é um dos caminhos mais práticos de paz que a sabedoria oferece.
O que este versículo diz
Retorna aqui um dos temas mais insistentes de Provérbios: o domínio da língua. "Guardar a boca e a língua" — vigiar o que se diz e como se diz — é guardar "das angústias a sua alma". Quantas dores nascem de palavras precipitadas, de uma resposta áspera, de um segredo revelado, de uma acusação sem fundamento. O sábio sabe que a palavra, uma vez dita, não volta atrás, e que muito sofrimento poderia ser evitado com o silêncio no momento certo. O livro trata a fala como um dos maiores poderes humanos, capaz de vida e de morte. Guardar a língua não é covardia nem falsidade; é prudência que protege a si e aos outros. Para o leitor, o exame é cotidiano: quantas das minhas angústias vieram de coisas que eu não devia ter dito? Cultivar o hábito de pesar as palavras antes de soltá-las é um dos caminhos mais práticos de paz que a sabedoria oferece.