“O que fala ao sol, e não sae, e sela as estrelas.”
Ouça Jó 9:7
O que este versículo diz
Jó afirma que Deus "fala ao sol, e não sai", e que "sela as estrelas". Se Ele ordena, o sol não se levanta e os astros permanecem ocultos, como que trancados por um selo. Num mundo em que muitos povos vizinhos adoravam o sol e os corpos celestes como divindades, essa é uma afirmação ousada de fé: os astros mais poderosos que a imaginação humana concebia são, na verdade, servos submissos à palavra do único Deus.
O detalhe é teologicamente rico. Não é preciso guerra nem esforço; basta Deus falar. A criação inteira obedece à sua voz, tema que percorre toda a Escritura desde as primeiras páginas. Para o leitor, há um convite implícito a reordenar o coração: se nem o sol se ergue sem a permissão de Deus, então não há força, circunstância ou poder na nossa vida que esteja fora do seu alcance. Isso não elimina o mistério do sofrimento de Jó, mas o coloca sob o domínio de Alguém maior.
O que este versículo diz
Jó afirma que Deus "fala ao sol, e não sai", e que "sela as estrelas". Se Ele ordena, o sol não se levanta e os astros permanecem ocultos, como que trancados por um selo. Num mundo em que muitos povos vizinhos adoravam o sol e os corpos celestes como divindades, essa é uma afirmação ousada de fé: os astros mais poderosos que a imaginação humana concebia são, na verdade, servos submissos à palavra do único Deus.
O detalhe é teologicamente rico. Não é preciso guerra nem esforço; basta Deus falar. A criação inteira obedece à sua voz, tema que percorre toda a Escritura desde as primeiras páginas. Para o leitor, há um convite implícito a reordenar o coração: se nem o sol se ergue sem a permissão de Deus, então não há força, circunstância ou poder na nossa vida que esteja fora do seu alcance. Isso não elimina o mistério do sofrimento de Jó, mas o coloca sob o domínio de Alguém maior.