“As colunas do céu tremem, e se espantam da sua ameaça.”
Ouça Jó 26:11
O que este versículo diz
A cena se amplia para as alturas. 'As colunas do céu' que tremem são uma imagem poética. Os antigos imaginavam as montanhas, cujos cumes se perdem nas nuvens, como pilares que sustentam a abóbada celeste. Diante da 'ameaça' de Deus, isto é, de sua repreensão ou de sua voz poderosa, esses pilares imensos se estremecem e se espantam. Se as próprias bases do céu tremem à sua palavra, o que dizer da fragilidade humana?
O versículo intensifica o quadro de reverência que Jó vem pintando. Aquilo que julgamos mais estável e inabalável, os fundamentos do mundo, vacila diante do poder divino. Para o leitor, há um chamado à humildade e, ao mesmo tempo, um sustento para a fé. Se um simples repreender de Deus faz tremer os pilares do céu, então nenhuma força que nos ameaça é maior do que ele. As coisas que nos parecem grandes e temíveis também estão sujeitas àquele cuja voz sacode os fundamentos de tudo.
O que este versículo diz
A cena se amplia para as alturas. 'As colunas do céu' que tremem são uma imagem poética. Os antigos imaginavam as montanhas, cujos cumes se perdem nas nuvens, como pilares que sustentam a abóbada celeste. Diante da 'ameaça' de Deus, isto é, de sua repreensão ou de sua voz poderosa, esses pilares imensos se estremecem e se espantam. Se as próprias bases do céu tremem à sua palavra, o que dizer da fragilidade humana?
O versículo intensifica o quadro de reverência que Jó vem pintando. Aquilo que julgamos mais estável e inabalável, os fundamentos do mundo, vacila diante do poder divino. Para o leitor, há um chamado à humildade e, ao mesmo tempo, um sustento para a fé. Se um simples repreender de Deus faz tremer os pilares do céu, então nenhuma força que nos ameaça é maior do que ele. As coisas que nos parecem grandes e temíveis também estão sujeitas àquele cuja voz sacode os fundamentos de tudo.