“Vaidade são, obra de enganos: no tempo da sua visitação perecerão.”
Ouça Jeremias 51:18
O que este versículo diz
Este breve versículo remata a crítica aos ídolos com um veredito seco: "Vaidade são, obra de enganos". A palavra traduzida por vaidade evoca aquilo que é vazio, um sopro que se dissipa, sem substância nem consistência. Os ídolos não apenas são inúteis; são um engano ativo, uma ilusão que promete e nada entrega.
O fecho anuncia o destino inevitável dessas imagens: "no tempo da sua visitação perecerão". A visitação, na linguagem profética, é o momento em que Deus vem acertar contas, seja para julgar, seja para salvar. Quando esse dia chegar, os ídolos ruirão junto com quem os fabricou e os serviu. Para o leitor devoto, o contraste com o Deus vivo dos versículos anteriores não poderia ser mais claro. Vale examinar em que temos investido nossa confiança: se em coisas ocas que perecerão na hora da prova, ou naquele que permanece. O que é vazio um dia se revela vazio; só o que tem vida sustenta a vida.
O que este versículo diz
Este breve versículo remata a crítica aos ídolos com um veredito seco: "Vaidade são, obra de enganos". A palavra traduzida por vaidade evoca aquilo que é vazio, um sopro que se dissipa, sem substância nem consistência. Os ídolos não apenas são inúteis; são um engano ativo, uma ilusão que promete e nada entrega.
O fecho anuncia o destino inevitável dessas imagens: "no tempo da sua visitação perecerão". A visitação, na linguagem profética, é o momento em que Deus vem acertar contas, seja para julgar, seja para salvar. Quando esse dia chegar, os ídolos ruirão junto com quem os fabricou e os serviu. Para o leitor devoto, o contraste com o Deus vivo dos versículos anteriores não poderia ser mais claro. Vale examinar em que temos investido nossa confiança: se em coisas ocas que perecerão na hora da prova, ou naquele que permanece. O que é vazio um dia se revela vazio; só o que tem vida sustenta a vida.