Jeremias 24:8

Jeremias 24:8
“E como os figos maus, que se não podem comer, de maus que são (porque assim diz o Senhor), assim usarei com Zedekias, rei de Judá, e com os seus príncipes, e com o resto de Jerusalem, que ficou de resto nesta terra, e com os que habitam na terra do Egito.”
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O que este versículo diz

A visão vira agora para o segundo cesto. Os figos ruins representam o rei Zedequias, seus príncipes, o povo que permaneceu em Jerusalém e ainda os que buscaram refúgio no Egito. Zedequias havia sido colocado no trono por Nabucodonosor após a deportação de Jeconias; ele encarna os que ficaram e se julgavam poupados. A surpresa do oráculo se completa: a permanência não era privilégio, e sim exposição ao juízo que ainda viria sobre a cidade.

A menção aos que habitam no Egito é significativa. Fugir para o Egito, em vez de aceitar o caminho difícil apontado por Deus através de Jeremias, representava confiar na força humana em lugar da vontade divina. O profeta insistira que a submissão temporária à Babilônia era o caminho de vida; resistir e fugir era o caminho da ruína. O contraste entre os dois cestos não separa quem sofreu de quem se salvou, mas quem se coloca sob o propósito de Deus de quem tenta escapar dele por conta própria.

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