“Pelo que por lábios de gago, e por outra língua, falará a este povo.”
Ouça Isaías 28:11
O que este versículo diz
O profeta responde à zombaria com uma ironia solene. Já que o povo desprezou o ensino claro, dado "linha sobre linha" na sua própria língua, Deus falará por "lábios de gago" e por "outra língua". A tradição entende isso como referência aos invasores estrangeiros, os assírios, cujo idioma incompreensível soaria aos ouvidos de Judá como o balbucio que eles próprios haviam ridicularizado. A ironia é cortante: zombaram do falar simples de Deus, então ouvirão a fala ininteligível do conquistador.
O apóstolo Paulo cita este versículo ao tratar do dom de línguas em 1 Coríntios, sinal de quanto ele ecoou na reflexão cristã posterior. O ensino permanente é grave: quando se rejeita a palavra clara e amorosa de Deus, resta ouvir a linguagem dura das consequências. Melhor acolher hoje a instrução mansa do que ser instruído amanhã pelo juízo. Deus prefere falar-nos como amigo; só quando O recusamos precisa falar como quem corrige.
O que este versículo diz
O profeta responde à zombaria com uma ironia solene. Já que o povo desprezou o ensino claro, dado "linha sobre linha" na sua própria língua, Deus falará por "lábios de gago" e por "outra língua". A tradição entende isso como referência aos invasores estrangeiros, os assírios, cujo idioma incompreensível soaria aos ouvidos de Judá como o balbucio que eles próprios haviam ridicularizado. A ironia é cortante: zombaram do falar simples de Deus, então ouvirão a fala ininteligível do conquistador.
O apóstolo Paulo cita este versículo ao tratar do dom de línguas em 1 Coríntios, sinal de quanto ele ecoou na reflexão cristã posterior. O ensino permanente é grave: quando se rejeita a palavra clara e amorosa de Deus, resta ouvir a linguagem dura das consequências. Melhor acolher hoje a instrução mansa do que ser instruído amanhã pelo juízo. Deus prefere falar-nos como amigo; só quando O recusamos precisa falar como quem corrige.