No meio de leis sobre tribunais e famílias, surge esta breve regra sobre o boi que debulha os grãos pisando-os. Não se deve amarrar a boca do animal, impedindo-o de comer enquanto trabalha. Quem produz o alimento tem direito de participar dele. A misericórdia da lei se estende até aos animais de trabalho, sinal de que a compaixão, na aliança, não conhece fronteiras estreitas.
O apóstolo Paulo retomou este versículo duas vezes para defender que quem trabalha na obra do evangelho merece ser sustentado por ela, lendo no cuidado com o boi um princípio maior: Deus se importa com a justa recompensa de quem se esforça. A imagem permanece atual. Negar a quem trabalha uma parte do fruto do próprio trabalho é uma crueldade sutil, disfarçada de economia. Este pequeno mandamento nos convida a ser generosos e justos com todos os que labutam ao nosso redor.
O que este versículo diz
No meio de leis sobre tribunais e famílias, surge esta breve regra sobre o boi que debulha os grãos pisando-os. Não se deve amarrar a boca do animal, impedindo-o de comer enquanto trabalha. Quem produz o alimento tem direito de participar dele. A misericórdia da lei se estende até aos animais de trabalho, sinal de que a compaixão, na aliança, não conhece fronteiras estreitas.
O apóstolo Paulo retomou este versículo duas vezes para defender que quem trabalha na obra do evangelho merece ser sustentado por ela, lendo no cuidado com o boi um princípio maior: Deus se importa com a justa recompensa de quem se esforça. A imagem permanece atual. Negar a quem trabalha uma parte do fruto do próprio trabalho é uma crueldade sutil, disfarçada de economia. Este pequeno mandamento nos convida a ser generosos e justos com todos os que labutam ao nosso redor.