“Então cortar-lhe-has a mão: não a poupará o teu olho.”
Ouça Deuteronômio 25:12
O que este versículo diz
Vem aqui a penalidade prevista para o caso anterior, expressa em termos severos, com a fórmula "não a poupará o teu olho", que recorre em várias leis para impedir a leniência movida por dó indevido. Muitos estudiosos, judeus e cristãos, entendem esta sanção não como mutilação literal, mas dentro do sistema legal antigo de penas proporcionais, e há longa tradição interpretativa que a lê em chave de compensação. Seja como for, é preciso reconhecer honestamente que se trata de um texto duro, de uma cultura e de um tempo distantes do nosso.
O princípio que subsiste, uma vez despida a forma severa, é a gravidade de atacar a dignidade e a integridade do próximo, sobretudo naquilo que fere a possibilidade da vida. A lei toma a sério danos que nós talvez subestimemos. Ler estes versículos exige humildade histórica: aprender o que eles protegem, sem transplantar mecanicamente sua letra para os nossos dias.
O que este versículo diz
Vem aqui a penalidade prevista para o caso anterior, expressa em termos severos, com a fórmula "não a poupará o teu olho", que recorre em várias leis para impedir a leniência movida por dó indevido. Muitos estudiosos, judeus e cristãos, entendem esta sanção não como mutilação literal, mas dentro do sistema legal antigo de penas proporcionais, e há longa tradição interpretativa que a lê em chave de compensação. Seja como for, é preciso reconhecer honestamente que se trata de um texto duro, de uma cultura e de um tempo distantes do nosso.
O princípio que subsiste, uma vez despida a forma severa, é a gravidade de atacar a dignidade e a integridade do próximo, sobretudo naquilo que fere a possibilidade da vida. A lei toma a sério danos que nós talvez subestimemos. Ler estes versículos exige humildade histórica: aprender o que eles protegem, sem transplantar mecanicamente sua letra para os nossos dias.