Paulo inicia agora uma sequência de citações do Antigo Testamento, encadeadas como num tribunal, para provar a universalidade do pecado. A primeira, extraída dos Salmos, dá o tom de todas: não há justo, nem um sequer. A repetição do nem um só fecha qualquer brecha; não se trata de dizer que a maioria falha, mas que absolutamente ninguém alcança, por si mesmo, a justiça diante de Deus.
Ao escrever como está escrito, o apóstolo mostra que não inventa uma novidade sombria; apenas lê em voz alta o que as próprias Escrituras de Israel já diziam. A acusação não vem de fora, vem de dentro da tradição sagrada. Para o leitor devoto, este é um dos versículos mais niveladores da Bíblia. Ele desfaz toda comparação orgulhosa entre pessoas religiosas e irreligiosas, entre nós e eles. Diante da santidade de Deus, a régua não mede quem é mais ou menos justo, mas revela que a justiça própria, em todos nós, simplesmente não existe.
O que este versículo diz
Paulo inicia agora uma sequência de citações do Antigo Testamento, encadeadas como num tribunal, para provar a universalidade do pecado. A primeira, extraída dos Salmos, dá o tom de todas: não há justo, nem um sequer. A repetição do nem um só fecha qualquer brecha; não se trata de dizer que a maioria falha, mas que absolutamente ninguém alcança, por si mesmo, a justiça diante de Deus.
Ao escrever como está escrito, o apóstolo mostra que não inventa uma novidade sombria; apenas lê em voz alta o que as próprias Escrituras de Israel já diziam. A acusação não vem de fora, vem de dentro da tradição sagrada. Para o leitor devoto, este é um dos versículos mais niveladores da Bíblia. Ele desfaz toda comparação orgulhosa entre pessoas religiosas e irreligiosas, entre nós e eles. Diante da santidade de Deus, a régua não mede quem é mais ou menos justo, mas revela que a justiça própria, em todos nós, simplesmente não existe.