“E, cuspindo nele, tiraram-lhe a cana, e batiam-lhe com ela na cabeça.”
Ouça Mateus 27:30
O que este versículo diz
A violência prossegue: cospem nele, tomam-lhe a cana e com ela batem em sua cabeça já ferida pelos espinhos. O cuspe era, na cultura da época, um dos maiores sinais de desprezo e desonra que se podia infligir a alguém. Cada gesto acrescenta dor física à humilhação, e a mesma cana que servira de falso cetro vira instrumento de agressão.
A tradição cristã reconhece nesta cena o cumprimento das palavras do Servo sofredor, que ofereceu o rosto aos que o feriam e não escondeu a face dos que cuspiam. Jesus suporta tudo em silêncio, sem revidar, sem maldizer. Para o leitor, é quase insuportável contemplar tamanha mansidão diante de tamanha crueldade, e é precisamente aí que reside sua força. Há uma nobreza que não se abala pela ofensa, uma dignidade que os golpes não conseguem retirar. Em nossas próprias experiências de humilhação, essa imagem oferece companhia: não estamos sós no sofrimento injusto, pois Ele o atravessou antes e por amor.
O que este versículo diz
A violência prossegue: cospem nele, tomam-lhe a cana e com ela batem em sua cabeça já ferida pelos espinhos. O cuspe era, na cultura da época, um dos maiores sinais de desprezo e desonra que se podia infligir a alguém. Cada gesto acrescenta dor física à humilhação, e a mesma cana que servira de falso cetro vira instrumento de agressão.
A tradição cristã reconhece nesta cena o cumprimento das palavras do Servo sofredor, que ofereceu o rosto aos que o feriam e não escondeu a face dos que cuspiam. Jesus suporta tudo em silêncio, sem revidar, sem maldizer. Para o leitor, é quase insuportável contemplar tamanha mansidão diante de tamanha crueldade, e é precisamente aí que reside sua força. Há uma nobreza que não se abala pela ofensa, uma dignidade que os golpes não conseguem retirar. Em nossas próprias experiências de humilhação, essa imagem oferece companhia: não estamos sós no sofrimento injusto, pois Ele o atravessou antes e por amor.