“E logo, aproximando-se de Jesus, disse: Eu te saúdo Rabi. E beijou-o.”
Ouça Mateus 26:49
O que este versículo diz
O plano se consuma. Judas se aproxima e diz "Eu te saúdo, Rabi", chamando Jesus de "mestre" — o mesmo título que os discípulos usavam com respeito e afeto. E então o beija. A palavra grega empregada sugere um beijo demorado, o que torna o gesto ainda mais amargo: não um toque rápido e discreto, mas uma saudação calorosa por fora, vazia por dentro.
Há poucas cenas na Escritura tão carregadas de tristeza. O beijo, que deveria selar comunhão, sela a entrega do amigo à morte. Chama a atenção que Judas ainda trate Jesus como mestre, como se palavras e gestos de reverência pudessem coexistir com a traição do coração. É o retrato da religiosidade partida ao meio, que honra com os lábios enquanto o coração se afasta. Diante disso, o leitor é convidado a examinar a integridade da própria devoção — a pedir que aquilo que dizemos a Deus e aquilo que fazemos por ele nasçam de uma só e verdadeira intenção.
O que este versículo diz
O plano se consuma. Judas se aproxima e diz "Eu te saúdo, Rabi", chamando Jesus de "mestre" — o mesmo título que os discípulos usavam com respeito e afeto. E então o beija. A palavra grega empregada sugere um beijo demorado, o que torna o gesto ainda mais amargo: não um toque rápido e discreto, mas uma saudação calorosa por fora, vazia por dentro.
Há poucas cenas na Escritura tão carregadas de tristeza. O beijo, que deveria selar comunhão, sela a entrega do amigo à morte. Chama a atenção que Judas ainda trate Jesus como mestre, como se palavras e gestos de reverência pudessem coexistir com a traição do coração. É o retrato da religiosidade partida ao meio, que honra com os lábios enquanto o coração se afasta. Diante disso, o leitor é convidado a examinar a integridade da própria devoção — a pedir que aquilo que dizemos a Deus e aquilo que fazemos por ele nasçam de uma só e verdadeira intenção.