“Mas eles não entendiam esta palavra, e temiam interrogal-o.”
Ouça Marcos 9:32
O que este versículo diz
Marcos registra, com franqueza costumeira, que os discípulos não entendiam essas palavras e tinham medo de perguntar. A incompreensão não é falta de inteligência, mas resistência do coração diante de algo que contrariava todas as suas esperanças. Um Messias que seria morto não cabia no que sonhavam; e o medo de perguntar revela que, no fundo, talvez preferissem não saber.
Esse silêncio temeroso é humano e comovente. Há verdades tão difíceis que evitamos aprofundá-las, com receio do que possam significar para nós. Os discípulos preferem calar a encarar a sombra da cruz. Para o leitor, o versículo é um espelho honesto: também nós, muitas vezes, fugimos das palavras de Deus que nos incomodam, deixando de perguntar por medo da resposta. Mas a caminhada de fé pede coragem para enfrentar justamente aquilo que não queremos ouvir. Jesus continuará ensinando pacientemente, sabendo que a compreensão plena só virá depois da Páscoa, quando o que hoje assusta se revelará como fonte de vida.
O que este versículo diz
Marcos registra, com franqueza costumeira, que os discípulos não entendiam essas palavras e tinham medo de perguntar. A incompreensão não é falta de inteligência, mas resistência do coração diante de algo que contrariava todas as suas esperanças. Um Messias que seria morto não cabia no que sonhavam; e o medo de perguntar revela que, no fundo, talvez preferissem não saber.
Esse silêncio temeroso é humano e comovente. Há verdades tão difíceis que evitamos aprofundá-las, com receio do que possam significar para nós. Os discípulos preferem calar a encarar a sombra da cruz. Para o leitor, o versículo é um espelho honesto: também nós, muitas vezes, fugimos das palavras de Deus que nos incomodam, deixando de perguntar por medo da resposta. Mas a caminhada de fé pede coragem para enfrentar justamente aquilo que não queremos ouvir. Jesus continuará ensinando pacientemente, sabendo que a compreensão plena só virá depois da Páscoa, quando o que hoje assusta se revelará como fonte de vida.