“E, sobrevindo a tarde, estava o barco no meio do mar, e ele sozinho em terra.”
Ouça Marcos 6:47
O que este versículo diz
Marcos compõe a cena com traços simples e carregados de sentido: cai a tarde, o barco está no meio do mar e Jesus permanece sozinho em terra. Há uma distância física entre o Mestre e os discípulos, e o narrador a sublinha para preparar o que virá. Os que ele mesmo enviou adiante encontram-se agora longe, no escuro que se aproxima, enfrentando a travessia sem a presença visível dele.
Essa separação, porém, não é abandono. Jesus está em terra, mas, como o versículo seguinte mostrará, ele os vê e conhece o esforço que fazem. A imagem fala à experiência de muitos crentes: momentos em que Deus parece distante, em que rezamos e a travessia se faz sozinha, na penumbra. O consolo que o Evangelho oferece não é negar a distância sentida, mas garantir que ela é aparente. Aquele que nos enviou não perde de vista o barco onde remamos, mesmo quando a noite cai e não o enxergamos.
O que este versículo diz
Marcos compõe a cena com traços simples e carregados de sentido: cai a tarde, o barco está no meio do mar e Jesus permanece sozinho em terra. Há uma distância física entre o Mestre e os discípulos, e o narrador a sublinha para preparar o que virá. Os que ele mesmo enviou adiante encontram-se agora longe, no escuro que se aproxima, enfrentando a travessia sem a presença visível dele.
Essa separação, porém, não é abandono. Jesus está em terra, mas, como o versículo seguinte mostrará, ele os vê e conhece o esforço que fazem. A imagem fala à experiência de muitos crentes: momentos em que Deus parece distante, em que rezamos e a travessia se faz sozinha, na penumbra. O consolo que o Evangelho oferece não é negar a distância sentida, mas garantir que ela é aparente. Aquele que nos enviou não perde de vista o barco onde remamos, mesmo quando a noite cai e não o enxergamos.