“Esta fez o que podia; antecipou-se a ungir o meu corpo para a sepultura.”
Ouça Marcos 14:8
O que este versículo diz
Jesus revela o sentido mais profundo do gesto, provavelmente insuspeitado pela própria mulher. "Ela fez o que podia": uma frase que resume a essência da fidelidade, pois Deus não pede o impossível, mas a entrega do que se tem. E acrescenta que ela "antecipou-se a ungir o meu corpo para a sepultura". Na cultura judaica, ungia-se o corpo dos mortos com aromas antes do sepultamento. Jesus interpreta o perfume derramado como uma unção fúnebre antecipada, sinal de que caminhava conscientemente para a morte.
Enquanto os discípulos ainda resistiam a aceitar a cruz, esta mulher, sem palavras, preparou o corpo do Senhor. O amor às vezes compreende, por intuição, o que a razão recusa. Para o leitor, há um consolo e um desafio: Deus recebe o pouco que oferecemos e lhe confere um alcance que jamais imaginaríamos. Nossos pequenos gestos, feitos com amor sincero, podem carregar significados eternos que só o tempo, ou a eternidade, revelará.
O que este versículo diz
Jesus revela o sentido mais profundo do gesto, provavelmente insuspeitado pela própria mulher. "Ela fez o que podia": uma frase que resume a essência da fidelidade, pois Deus não pede o impossível, mas a entrega do que se tem. E acrescenta que ela "antecipou-se a ungir o meu corpo para a sepultura". Na cultura judaica, ungia-se o corpo dos mortos com aromas antes do sepultamento. Jesus interpreta o perfume derramado como uma unção fúnebre antecipada, sinal de que caminhava conscientemente para a morte.
Enquanto os discípulos ainda resistiam a aceitar a cruz, esta mulher, sem palavras, preparou o corpo do Senhor. O amor às vezes compreende, por intuição, o que a razão recusa. Para o leitor, há um consolo e um desafio: Deus recebe o pouco que oferecemos e lhe confere um alcance que jamais imaginaríamos. Nossos pequenos gestos, feitos com amor sincero, podem carregar significados eternos que só o tempo, ou a eternidade, revelará.