“E, tomando o calix, e dando graças, deu-lho; e todos beberam dele.”
Ouça Marcos 14:23
O que este versículo diz
O gesto se completa com o cálice. Jesus dá graças, provavelmente recitando as bênçãos sobre o vinho próprias da ceia pascal, e o oferece a todos. Marcos registra com ênfase: "todos beberam dele". Naquele mesmo grupo estava Judas, e ainda assim todos participaram, num sinal de que Jesus se entrega até por aqueles que o abandonariam. A comunhão é oferecida sem que ninguém a mereça plenamente.
O ato de "dar graças", em grego eucharistēsas, dá origem à palavra Eucaristia, ação de graças. No coração do memorial cristão está, portanto, o agradecimento, mesmo às vésperas do sofrimento. Jesus rende graças justamente quando caminha para a cruz. Para o leitor, há uma lição de espiritualidade profunda: a gratidão não depende de circunstâncias favoráveis, mas nasce da confiança em Deus mesmo na dor. O cálice partilhado por todos nos recorda que a mesa do Senhor é lugar de graça imerecida, onde somos acolhidos apesar de nossas fragilidades e chamados a viver em comunhão uns com os outros.
O que este versículo diz
O gesto se completa com o cálice. Jesus dá graças, provavelmente recitando as bênçãos sobre o vinho próprias da ceia pascal, e o oferece a todos. Marcos registra com ênfase: "todos beberam dele". Naquele mesmo grupo estava Judas, e ainda assim todos participaram, num sinal de que Jesus se entrega até por aqueles que o abandonariam. A comunhão é oferecida sem que ninguém a mereça plenamente.
O ato de "dar graças", em grego eucharistēsas, dá origem à palavra Eucaristia, ação de graças. No coração do memorial cristão está, portanto, o agradecimento, mesmo às vésperas do sofrimento. Jesus rende graças justamente quando caminha para a cruz. Para o leitor, há uma lição de espiritualidade profunda: a gratidão não depende de circunstâncias favoráveis, mas nasce da confiança em Deus mesmo na dor. O cálice partilhado por todos nos recorda que a mesa do Senhor é lugar de graça imerecida, onde somos acolhidos apesar de nossas fragilidades e chamados a viver em comunhão uns com os outros.