“Mas ai das grávidas, e das que criarem naqueles dias!”
Ouça Marcos 13:17
O que este versículo diz
Um lamento interrompe as instruções: "ai das grávidas, e das que criarem naqueles dias". Jesus volta o olhar para os mais vulneráveis. As gestantes e as mães com filhos pequenos são justamente as que não podem fugir com rapidez, presas ao peso do próprio corpo ou ao cuidado dos pequeninos. Onde a ordem era correr, elas encarnam a impossibilidade de correr.
Esse "ai" não é maldição, mas compaixão diante do sofrimento inevitável. Revela um Jesus atento à dor concreta das pessoas mais frágeis em tempos de calamidade, quando são elas que mais padecem. A palavra nos ensina a nunca perder de vista, no meio de discursos sobre o fim e o juízo, o rosto humano dos que sofrem. A fé verdadeira não se abstrai em especulações grandiosas; ela chora com quem chora e se comove com os indefesos. Também nós somos chamados a que, diante de qualquer catástrofe, o primeiro pensamento seja pelos mais expostos e menos capazes de se proteger.
O que este versículo diz
Um lamento interrompe as instruções: "ai das grávidas, e das que criarem naqueles dias". Jesus volta o olhar para os mais vulneráveis. As gestantes e as mães com filhos pequenos são justamente as que não podem fugir com rapidez, presas ao peso do próprio corpo ou ao cuidado dos pequeninos. Onde a ordem era correr, elas encarnam a impossibilidade de correr.
Esse "ai" não é maldição, mas compaixão diante do sofrimento inevitável. Revela um Jesus atento à dor concreta das pessoas mais frágeis em tempos de calamidade, quando são elas que mais padecem. A palavra nos ensina a nunca perder de vista, no meio de discursos sobre o fim e o juízo, o rosto humano dos que sofrem. A fé verdadeira não se abstrai em especulações grandiosas; ela chora com quem chora e se comove com os indefesos. Também nós somos chamados a que, diante de qualquer catástrofe, o primeiro pensamento seja pelos mais expostos e menos capazes de se proteger.