O homem conclui seu raciocínio com serena firmeza: "se este não fosse de Deus, nada poderia fazer". Toda a sua argumentação desemboca nessa profissão simples e sólida. Ele não chega ainda à plena confissão de quem Jesus é, mas afirma, sem hesitar, que sua origem é divina. O antigo mendigo tornou-se um pregador involuntário diante do tribunal.
É notável o percurso: de "o homem chamado Jesus" a "profeta" e agora a "alguém que vem de Deus". A cada confronto, sua compreensão avançou. O versículo mostra que a lógica da fé é acessível a quem raciocina com honestidade a partir do que Deus fez. Não é preciso erudição; é preciso coragem de tirar as conclusões evidentes e sustentá-las. Muitas vezes já temos diante dos olhos razões suficientes para confiar em Deus, mas hesitamos em afirmá-las. Este homem nos ensina a seguir a verdade até onde ela nos leva, mesmo que isso nos custe caro. E, como veremos, custará: ele será expulso por dizer o que é óbvio.
O que este versículo diz
O homem conclui seu raciocínio com serena firmeza: "se este não fosse de Deus, nada poderia fazer". Toda a sua argumentação desemboca nessa profissão simples e sólida. Ele não chega ainda à plena confissão de quem Jesus é, mas afirma, sem hesitar, que sua origem é divina. O antigo mendigo tornou-se um pregador involuntário diante do tribunal.
É notável o percurso: de "o homem chamado Jesus" a "profeta" e agora a "alguém que vem de Deus". A cada confronto, sua compreensão avançou. O versículo mostra que a lógica da fé é acessível a quem raciocina com honestidade a partir do que Deus fez. Não é preciso erudição; é preciso coragem de tirar as conclusões evidentes e sustentá-las. Muitas vezes já temos diante dos olhos razões suficientes para confiar em Deus, mas hesitamos em afirmá-las. Este homem nos ensina a seguir a verdade até onde ela nos leva, mesmo que isso nos custe caro. E, como veremos, custará: ele será expulso por dizer o que é óbvio.