“E estava ali um certo homem que, havia trinta e oito anos, se achava enfermo.”
Ouça João 5:5
O que este versículo diz
Entre a multidão, o narrador foca um homem específico: havia trinta e oito anos ele estava enfermo. O número é impressionante e provavelmente exato, não simbólico, embora alguns leitores lembrem dos trinta e oito anos que Israel peregrinou no deserto até uma nova geração. O que o texto sublinha é a duração: quase quatro décadas de doença, uma vida inteira marcada pela impotência e, muito possivelmente, pelo abandono.
Ao destacar esse tempo, João prepara o leitor para a grandeza do que virá. Trinta e oito anos são tempo suficiente para que a esperança se apague e a pessoa se acomode à própria limitação. Muitos de nós carregamos feridas antigas, situações que se arrastam por tanto tempo que já nem imaginamos mudança. O evangelho nos lembra que nenhuma história é longa demais para o olhar de Jesus. Ele vê justamente aquele que estava ali havia mais tempo, o que menos parecia ter chances.
O que este versículo diz
Entre a multidão, o narrador foca um homem específico: havia trinta e oito anos ele estava enfermo. O número é impressionante e provavelmente exato, não simbólico, embora alguns leitores lembrem dos trinta e oito anos que Israel peregrinou no deserto até uma nova geração. O que o texto sublinha é a duração: quase quatro décadas de doença, uma vida inteira marcada pela impotência e, muito possivelmente, pelo abandono.
Ao destacar esse tempo, João prepara o leitor para a grandeza do que virá. Trinta e oito anos são tempo suficiente para que a esperança se apague e a pessoa se acomode à própria limitação. Muitos de nós carregamos feridas antigas, situações que se arrastam por tanto tempo que já nem imaginamos mudança. O evangelho nos lembra que nenhuma história é longa demais para o olhar de Jesus. Ele vê justamente aquele que estava ali havia mais tempo, o que menos parecia ter chances.