“E deu-lhe o poder de exercer o juízo, porque é o Filho do homem.”
Ouça João 5:27
O que este versículo diz
Ao poder de dar vida, o Pai acrescenta o de exercer o juízo, e Jesus dá a razão: "porque é o Filho do homem". A expressão remonta ao livro de Daniel, onde uma figura semelhante a um filho de homem recebe de Deus domínio, glória e um reino que não passará. Ao aplicá-la a si, Jesus se apresenta como aquele a quem o próprio Deus confiou autoridade universal, incluindo o julgamento definitivo da história.
Há aqui uma profundidade comovente. Quem julgará a humanidade não é um poder distante e alheio à nossa condição, mas o "Filho do homem", aquele que assumiu a natureza humana, conhece por dentro nossas lutas, foi tentado, sofreu. O juiz é também irmão. Para o leitor, isso transforma o modo de encarar o juízo: seremos avaliados por alguém que compreende o que é ser humano, que curou enfermos e acolheu pecadores. A justiça de Deus não é fria; passa pelo coração de Cristo. Isso não elimina a seriedade do juízo, mas lhe dá um rosto em que a esperança pode fixar os olhos.
O que este versículo diz
Ao poder de dar vida, o Pai acrescenta o de exercer o juízo, e Jesus dá a razão: "porque é o Filho do homem". A expressão remonta ao livro de Daniel, onde uma figura semelhante a um filho de homem recebe de Deus domínio, glória e um reino que não passará. Ao aplicá-la a si, Jesus se apresenta como aquele a quem o próprio Deus confiou autoridade universal, incluindo o julgamento definitivo da história.
Há aqui uma profundidade comovente. Quem julgará a humanidade não é um poder distante e alheio à nossa condição, mas o "Filho do homem", aquele que assumiu a natureza humana, conhece por dentro nossas lutas, foi tentado, sofreu. O juiz é também irmão. Para o leitor, isso transforma o modo de encarar o juízo: seremos avaliados por alguém que compreende o que é ser humano, que curou enfermos e acolheu pecadores. A justiça de Deus não é fria; passa pelo coração de Cristo. Isso não elimina a seriedade do juízo, mas lhe dá um rosto em que a esperança pode fixar os olhos.