“E, ainda que tinha feito tantos sinais diante deles, não criam nele;”
Ouça João 12:37
O que este versículo diz
João faz um balanço doloroso do ministério público de Jesus: apesar de tantos sinais realizados diante dos olhos das pessoas, elas não criam nele. O evangelista, que estruturou boa parte de sua obra em torno desses sinais reveladores, reconhece com honestidade o mistério da incredulidade. Nem a evidência acumulada foi capaz de vencer a resistência de muitos corações. A fé, percebe-se, não é produto automático das provas.
Esse versículo enfrenta uma das questões mais desconcertantes da experiência religiosa: por que, diante das mesmas obras de Deus, uns creem e outros não? João não simplifica a resposta. Ele constata o fato antes de buscar-lhe o sentido nas Escrituras. Para o leitor, há aqui um convite à humildade e à compaixão. A incredulidade nem sempre se cura com mais argumentos ou mais milagres; há uma dimensão do coração que só a graça alcança. E há também um alerta pessoal: podemos conviver com abundantes sinais da bondade de Deus e, ainda assim, resistir a entregar-lhe verdadeiramente a confiança.
O que este versículo diz
João faz um balanço doloroso do ministério público de Jesus: apesar de tantos sinais realizados diante dos olhos das pessoas, elas não criam nele. O evangelista, que estruturou boa parte de sua obra em torno desses sinais reveladores, reconhece com honestidade o mistério da incredulidade. Nem a evidência acumulada foi capaz de vencer a resistência de muitos corações. A fé, percebe-se, não é produto automático das provas.
Esse versículo enfrenta uma das questões mais desconcertantes da experiência religiosa: por que, diante das mesmas obras de Deus, uns creem e outros não? João não simplifica a resposta. Ele constata o fato antes de buscar-lhe o sentido nas Escrituras. Para o leitor, há aqui um convite à humildade e à compaixão. A incredulidade nem sempre se cura com mais argumentos ou mais milagres; há uma dimensão do coração que só a graça alcança. E há também um alerta pessoal: podemos conviver com abundantes sinais da bondade de Deus e, ainda assim, resistir a entregar-lhe verdadeiramente a confiança.