Gálatas 3:21
“Logo, a lei é contra as promessas de Deus? De nenhuma sorte; porque, se dada fosse uma lei que podesse vivificar, a justiça, na verdade, seria pela lei.”
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“Logo, a lei é contra as promessas de Deus? De nenhuma sorte; porque, se dada fosse uma lei que podesse vivificar, a justiça, na verdade, seria pela lei.”
O que este versículo diz
Paulo levanta outra objeção previsível: se a lei não salva, ela estaria então em oposição às promessas de Deus? Sua resposta é enfática, "de nenhuma sorte", pois não há conflito entre a lei e a promessa; elas cumprem papéis diferentes dentro do mesmo plano divino. Deus não se contradiz.
Em seguida, ele expõe o limite da lei com clareza: se tivesse sido dada uma lei capaz de "vivificar", isto é, de comunicar vida verdadeira, então de fato a justiça viria dela. Mas a lei não tem esse poder. Ela pode apontar o caminho e denunciar o erro, porém não é capaz de dar vida a quem está morto no pecado. Para o leitor, isso ajuda a valorizar a lei sem idolatrá-la. Ela é boa naquilo a que se destina, mas não pode fazer o que só a graça faz. Esperar da lei aquilo que ela nunca pôde oferecer é frustrar-se. A vida verdadeira, que transforma o coração, vem de outra fonte: da promessa cumprida em Cristo, recebida pela fé.