Lucas encerra o episódio dos discípulos efésios com uma nota quase discreta: eram cerca de doze homens. O número é aproximado, e o autor não faz dele um símbolo explícito, embora alguns leitores lembrem os doze apóstolos ou as doze tribos. Mais provável é que se trate simplesmente de um registro fiel, próprio de quem narra fatos concretos e não fábulas.
O detalhe tem, porém, seu valor. Um grupo pequeno — pouco mais de uma dúzia de pessoas — recebe atenção cuidadosa do apóstolo, que não mede o valor de um ministério pelo tamanho da audiência. Em Éfeso, cidade enorme, Paulo dedica tempo a um punhado de discípulos mal instruídos. O evangelho valoriza cada pessoa e cada pequeno começo. Para o leitor, é um consolo: Deus não despreza os grupos modestos, as comunidades minúsculas, os inícios humildes. Daqueles doze homens brotaria, como veremos, um dos centros cristãos mais influentes do primeiro século. Grandes obras costumam nascer de sementes pequenas e cuidadas com atenção.
O que este versículo diz
Lucas encerra o episódio dos discípulos efésios com uma nota quase discreta: eram cerca de doze homens. O número é aproximado, e o autor não faz dele um símbolo explícito, embora alguns leitores lembrem os doze apóstolos ou as doze tribos. Mais provável é que se trate simplesmente de um registro fiel, próprio de quem narra fatos concretos e não fábulas.
O detalhe tem, porém, seu valor. Um grupo pequeno — pouco mais de uma dúzia de pessoas — recebe atenção cuidadosa do apóstolo, que não mede o valor de um ministério pelo tamanho da audiência. Em Éfeso, cidade enorme, Paulo dedica tempo a um punhado de discípulos mal instruídos. O evangelho valoriza cada pessoa e cada pequeno começo. Para o leitor, é um consolo: Deus não despreza os grupos modestos, as comunidades minúsculas, os inícios humildes. Daqueles doze homens brotaria, como veremos, um dos centros cristãos mais influentes do primeiro século. Grandes obras costumam nascer de sementes pequenas e cuidadas com atenção.