“O qual nos tempos passados deixou andar todas as gentes em seus caminhos.”
Ouça Atos 14:16
O que este versículo diz
Paulo continua explicando a história de Deus com as nações. "Nos tempos passados", Deus "deixou andar todas as gentes em seus caminhos" — reconhecimento de que os povos pagãos viveram longos séculos sem a revelação plena, seguindo religiões próprias. A frase não celebra esse extravio; descreve com sobriedade uma paciência divina que, por um tempo, permitiu que cada nação trilhasse seu rumo, sem ainda ser confrontada com o chamado que agora, em Cristo, chega a todos.
Há aqui uma teologia madura e generosa. Paulo não condena aqueles ouvintes como se tivessem pecado contra uma luz que jamais receberam; reconhece a ignorância anterior como parte de um plano maior, em que Deus preparava o momento de se dar a conhecer universalmente. Para o leitor, o versículo consola e responsabiliza ao mesmo tempo. Consola, porque revela um Deus paciente com os caminhos tortos da humanidade. Responsabiliza, porque insinua que os "tempos passados" acabaram: agora que a boa-nova é anunciada, o convite à conversão se torna presente e concreto, e ninguém que ouve permanece como antes.
O que este versículo diz
Paulo continua explicando a história de Deus com as nações. "Nos tempos passados", Deus "deixou andar todas as gentes em seus caminhos" — reconhecimento de que os povos pagãos viveram longos séculos sem a revelação plena, seguindo religiões próprias. A frase não celebra esse extravio; descreve com sobriedade uma paciência divina que, por um tempo, permitiu que cada nação trilhasse seu rumo, sem ainda ser confrontada com o chamado que agora, em Cristo, chega a todos.
Há aqui uma teologia madura e generosa. Paulo não condena aqueles ouvintes como se tivessem pecado contra uma luz que jamais receberam; reconhece a ignorância anterior como parte de um plano maior, em que Deus preparava o momento de se dar a conhecer universalmente. Para o leitor, o versículo consola e responsabiliza ao mesmo tempo. Consola, porque revela um Deus paciente com os caminhos tortos da humanidade. Responsabiliza, porque insinua que os "tempos passados" acabaram: agora que a boa-nova é anunciada, o convite à conversão se torna presente e concreto, e ninguém que ouve permanece como antes.