Apocalipse 6:8
“E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte; e o inferno o seguiu; e foi-lhes dado poder para matar a quarta parte da terra, com espada, e com fome, e com mortandade, e com as feras da terra.”
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O que este versículo diz
O quarto cavaleiro monta um cavalo de cor pálida e esverdeada — a palavra grega evoca a lividez de um cadáver, que Almeida traduz por "amarelo". Seu nome é Morte, e o Hades, o mundo dos mortos, o segue de perto. A eles se dá poder sobre a quarta parte da terra, para matar por espada, fome, peste ("mortandade") e feras. É a soma trágica de tudo o que os cavaleiros anteriores representavam.
Dois pontos consolam em meio ao horror. Primeiro, o poder é limitado a "a quarta parte": o juízo é parcial, contido, não total nem definitivo — há tempo e espaço para conversão. Segundo, tudo continua sob o "foi-lhes dado", isto é, sob permissão divina. A morte é assustadoramente real, mas não é soberana. Para quem lê estas linhas, o versículo não convida ao pânico, e sim à seriedade: viver cada dia sabendo-se mortal, e confiar em Cristo, que empunha as chaves da morte e do Hades.