Repetindo e reforçando o versículo 24, o texto afirma que a ela serão trazidas "a glória e a honra das nações". A insistência não é redundância inútil: é o modo hebraico de sublinhar algo importante. O melhor de todos os povos convergirá para a cidade de Deus, como tributo de louvor. Tudo o que a humanidade produziu de nobre, verdadeiro e belo ao longo da história encontra ali seu destino e sua plenitude, purificado e integrado na glória divina.
Há algo profundamente inclusivo nessa visão: a cidade celeste não é um enclave que despreza o mundo, mas o ponto de convergência de toda a riqueza dos povos. Para o leitor, isto convida a olhar as diversas culturas e tradições humanas com respeito e esperança, reconhecendo nelas sementes de bem destinadas a Deus. E convida também a contribuir, com o próprio talento e trabalho, para essa oferta comum. Nada do que fazemos por amor à verdade e à beleza se perde: tudo, um dia, será trazido como honra à cidade que Deus prepara para todos.
O que este versículo diz
Repetindo e reforçando o versículo 24, o texto afirma que a ela serão trazidas "a glória e a honra das nações". A insistência não é redundância inútil: é o modo hebraico de sublinhar algo importante. O melhor de todos os povos convergirá para a cidade de Deus, como tributo de louvor. Tudo o que a humanidade produziu de nobre, verdadeiro e belo ao longo da história encontra ali seu destino e sua plenitude, purificado e integrado na glória divina.
Há algo profundamente inclusivo nessa visão: a cidade celeste não é um enclave que despreza o mundo, mas o ponto de convergência de toda a riqueza dos povos. Para o leitor, isto convida a olhar as diversas culturas e tradições humanas com respeito e esperança, reconhecendo nelas sementes de bem destinadas a Deus. E convida também a contribuir, com o próprio talento e trabalho, para essa oferta comum. Nada do que fazemos por amor à verdade e à beleza se perde: tudo, um dia, será trazido como honra à cidade que Deus prepara para todos.