“Todos os irmãos vos saúdam. Saudae-vos uns aos outros com ósculo santo.”
Ouça 1 Coríntios 16:20
O que este versículo diz
Paulo amplia as saudações: "todos os irmãos" da comunidade onde ele está enviam cumprimentos, sublinhando que a igreja é uma família estendida por todo o mundo conhecido, ligada por laços mais fortes que a distância. Em seguida, pede o gesto que selava essa fraternidade: "saudai-vos uns aos outros com ósculo santo". O beijo de paz era, na cultura da época, sinal comum de afeto entre próximos; qualificado como "santo", tornava-se expressão de comunhão pura entre irmãos na fé, sem malícia.
Numa igreja marcada por divisões, como era a de Corinto, esse pedido tem peso extra: um gesto de reconciliação e unidade concreta, corpo a corpo. Para o leitor de hoje, o costume muda de forma — um abraço, um aperto de mão, uma palavra sincera —, mas o conteúdo permanece. A fé não vive só de sentimentos internos; pede manifestações reais de carinho e paz entre as pessoas. Saudar-se de verdade é reconhecer no outro um irmão, e desfazer, no gesto, as distâncias que o orgulho cria.
O que este versículo diz
Paulo amplia as saudações: "todos os irmãos" da comunidade onde ele está enviam cumprimentos, sublinhando que a igreja é uma família estendida por todo o mundo conhecido, ligada por laços mais fortes que a distância. Em seguida, pede o gesto que selava essa fraternidade: "saudai-vos uns aos outros com ósculo santo". O beijo de paz era, na cultura da época, sinal comum de afeto entre próximos; qualificado como "santo", tornava-se expressão de comunhão pura entre irmãos na fé, sem malícia.
Numa igreja marcada por divisões, como era a de Corinto, esse pedido tem peso extra: um gesto de reconciliação e unidade concreta, corpo a corpo. Para o leitor de hoje, o costume muda de forma — um abraço, um aperto de mão, uma palavra sincera —, mas o conteúdo permanece. A fé não vive só de sentimentos internos; pede manifestações reais de carinho e paz entre as pessoas. Saudar-se de verdade é reconhecer no outro um irmão, e desfazer, no gesto, as distâncias que o orgulho cria.