“Acrescenta iniquidade à iniquidade deles, e não entrem na tua justiça.”
Ouça Salmos 69:27
O que este versículo diz
O salmista pede que Deus acrescente "iniquidade à iniquidade" dos perseguidores e que eles não entrem em Sua justiça — isto é, que não sejam declarados justos, que não recebam a absolvição. Esta é talvez a mais dura das imprecações, e precisa ser lida com cuidado. A expressão provavelmente significa que os inimigos, obstinados no mal, sejam deixados às consequências de sua própria escolha, colhendo o que insistem em semear.
Não se trata de Deus induzir alguém a pecar, mas de um pedido para que os que persistem na crueldade não escapem do juízo por meio de um perdão que eles próprios rejeitam. É linguagem severa, e o leitor moderno faz bem em senti-la como severa. O Novo Testamento, ao falar do amor aos inimigos, acrescenta uma luz que o salmo ainda não possui plenamente. Ainda assim, há aqui uma verdade: existe um ponto em que a justiça precisa se afirmar contra o mal impenitente. O salmista deixa essa fronteira nas mãos de Deus, o único capaz de julgá-la com perfeita retidão.
O que este versículo diz
O salmista pede que Deus acrescente "iniquidade à iniquidade" dos perseguidores e que eles não entrem em Sua justiça — isto é, que não sejam declarados justos, que não recebam a absolvição. Esta é talvez a mais dura das imprecações, e precisa ser lida com cuidado. A expressão provavelmente significa que os inimigos, obstinados no mal, sejam deixados às consequências de sua própria escolha, colhendo o que insistem em semear.
Não se trata de Deus induzir alguém a pecar, mas de um pedido para que os que persistem na crueldade não escapem do juízo por meio de um perdão que eles próprios rejeitam. É linguagem severa, e o leitor moderno faz bem em senti-la como severa. O Novo Testamento, ao falar do amor aos inimigos, acrescenta uma luz que o salmo ainda não possui plenamente. Ainda assim, há aqui uma verdade: existe um ponto em que a justiça precisa se afirmar contra o mal impenitente. O salmista deixa essa fronteira nas mãos de Deus, o único capaz de julgá-la com perfeita retidão.