Salmos 6:1

Salmos 6:1
“Senhor, não me reprehendas na tua ira, nem me castigues no teu furor.”
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O que este versículo diz

Abre-se aqui o Salmo 6, tradicionalmente contado como o primeiro dos sete salmos penitenciais e atribuído a Davi pela inscrição hebraica. O salmista não pede que Deus deixe de corrigi-lo, mas que não o faça movido pela ira. As palavras "repreender" e "castigar" reconhecem que a disciplina divina é justa; o que o orante teme é ser tratado apenas segundo o "furor", sem a mistura da misericórdia. Há sabedoria nessa distinção: quem reza assim admite a própria falta e, ao mesmo tempo, apela para a bondade de quem o julga.

Para o leitor de hoje, o versículo ensina a orar na aflição sem fingir inocência nem afundar no desespero. Podemos apresentar a Deus o nosso quebrantamento pedindo que a correção venha temperada pelo amor, e não como pura condenação. É a oração de alguém que confia mais na paciência de Deus do que na própria força para suportar o peso da culpa.

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