“Em Deus louvarei a sua palavra: no Senhor louvarei a sua palavra.”
Ouça Salmos 56:10
O que este versículo diz
Retorna aqui o refrão de louvor que já ecoou no versículo 4, agora reforçado por uma repetição solene: louvar a palavra "em Deus" e "no Senhor". Essa duplicação não é redundância descuidada, mas ênfase orante, o modo hebraico de dizer que a confiança está firmemente ancorada. Ao usar tanto "Deus" quanto "Senhor", o nome pessoal da aliança, o salmista abraça toda a riqueza de quem é aquele em quem confia: o Deus poderoso e, ao mesmo tempo, o Deus próximo que fez promessas ao seu povo.
A repetição do refrão estrutura o salmo, marcando a passagem definitiva do medo para o louvor. O que era grito de socorro vai se tornando cântico. Para o leitor, há uma pedagogia nisso: repetir a verdade que professamos não é falta de imaginação, e sim modo de fixá-la no coração. Voltar a louvar a palavra de Deus, quantas vezes forem necessárias, é maneira de firmar a alma até que a confiança prevaleça sobre o temor.
O que este versículo diz
Retorna aqui o refrão de louvor que já ecoou no versículo 4, agora reforçado por uma repetição solene: louvar a palavra "em Deus" e "no Senhor". Essa duplicação não é redundância descuidada, mas ênfase orante, o modo hebraico de dizer que a confiança está firmemente ancorada. Ao usar tanto "Deus" quanto "Senhor", o nome pessoal da aliança, o salmista abraça toda a riqueza de quem é aquele em quem confia: o Deus poderoso e, ao mesmo tempo, o Deus próximo que fez promessas ao seu povo.
A repetição do refrão estrutura o salmo, marcando a passagem definitiva do medo para o louvor. O que era grito de socorro vai se tornando cântico. Para o leitor, há uma pedagogia nisso: repetir a verdade que professamos não é falta de imaginação, e sim modo de fixá-la no coração. Voltar a louvar a palavra de Deus, quantas vezes forem necessárias, é maneira de firmar a alma até que a confiança prevaleça sobre o temor.