“Mas tu nos salvaste dos nossos inimigos, e confundiste os que nos aborreciam.”
Ouça Salmos 44:7
O que este versículo diz
Fechando o argumento sobre a fonte da vitória, o salmista contrasta o "eu" fraco do verso anterior com o "tu" poderoso de Deus: "mas tu nos salvaste". A conjunção adversativa marca a virada — não foi o arco, foi o Senhor. Ele não apenas livrou o povo dos inimigos, mas "confundiu" os que o aborreciam, isto é, envergonhou e desbaratou os adversários, invertendo a expectativa deles de triunfo.
Este verso ainda pertence à seção de memória e confiança, e por isso soa cheio de gratidão. Note-se, porém, a ironia dolorosa que se armará adiante: o mesmo verbo "confundir" reaparecerá no verso 9, mas então aplicado ao próprio povo. Por ora, reina a certeza do livramento passado. Para o leitor, é bom fixar estas memórias de salvação antes que venham os dias difíceis. Recordar concretamente onde Deus já nos salvou é o alicerce que sustentará a fé quando a experiência presente parecer contradizer tudo o que cremos.
O que este versículo diz
Fechando o argumento sobre a fonte da vitória, o salmista contrasta o "eu" fraco do verso anterior com o "tu" poderoso de Deus: "mas tu nos salvaste". A conjunção adversativa marca a virada — não foi o arco, foi o Senhor. Ele não apenas livrou o povo dos inimigos, mas "confundiu" os que o aborreciam, isto é, envergonhou e desbaratou os adversários, invertendo a expectativa deles de triunfo.
Este verso ainda pertence à seção de memória e confiança, e por isso soa cheio de gratidão. Note-se, porém, a ironia dolorosa que se armará adiante: o mesmo verbo "confundir" reaparecerá no verso 9, mas então aplicado ao próprio povo. Por ora, reina a certeza do livramento passado. Para o leitor, é bom fixar estas memórias de salvação antes que venham os dias difíceis. Recordar concretamente onde Deus já nos salvou é o alicerce que sustentará a fé quando a experiência presente parecer contradizer tudo o que cremos.