Salmos 31:19
“Oh! quão grande é a tua bondade, que guardaste para os que te temem! a qual obraste para aqueles que em ti confiam na presença dos filhos dos homens!”
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“Oh! quão grande é a tua bondade, que guardaste para os que te temem! a qual obraste para aqueles que em ti confiam na presença dos filhos dos homens!”
O que este versículo diz
O salmo agora se abre em louvor, e o tom muda do lamento para o assombro: "Oh! quão grande é a tua bondade!". Depois de tanta escuridão, o orante contempla a imensa reserva de bem que Deus "guardou" — como um tesouro entesourado — para os que o temem e nele confiam. O temor de Deus, aqui, não é pavor, mas reverência confiante, a atitude de quem leva Deus a sério e nele se abriga.
Dois detalhes são preciosos. Primeiro, a bondade divina é ao mesmo tempo guardada em segredo e "obrada", isto é, realizada concretamente — Deus não apenas reserva o bem, mas o executa. Segundo, ele o faz "na presença dos filhos dos homens", à vista de todos: o cuidado de Deus com os seus não é escondido, mas se manifesta publicamente, para que a fidelidade fique evidente. Para o leitor, este versículo é um convite a maravilhar-se. Em meio às lutas, existe um estoque de bondade preparado por Deus para quem nele confia — e parte da fé é crer nisso mesmo antes de vê-lo plenamente cumprido.