“Os nossos pés estão dentro das tuas portas, ó Jerusalem.”
Ouça Salmos 122:2
O que este versículo diz
Do desejo passamos à chegada. Antes o peregrino ouvia o convite; agora ele constata, quase surpreso, que já está lá: "os nossos pés" pisam o chão da cidade santa. Muitos leem esta mudança como a memória viva de quem finalmente transpôs os portões depois da longa subida, ou como a expressão de toda uma comunidade que se reconhece reunida diante de Deus. As portas de Jerusalém eram mais que uma entrada física; eram símbolo de acolhida, de segurança e de pertencimento ao povo da aliança.
O contraste entre a alegria antecipada do primeiro versículo e esta chegada concreta ensina algo sobre a vida de fé: Deus não desperta em nós anseios apenas para frustrá-los. Aquilo que o coração deseja em Deus costuma, a seu tempo, tornar-se experiência real. Cabe ao leitor guardar essa gratidão pelos momentos em que percebe que já foi conduzido aonde tanto queria estar.
O que este versículo diz
Do desejo passamos à chegada. Antes o peregrino ouvia o convite; agora ele constata, quase surpreso, que já está lá: "os nossos pés" pisam o chão da cidade santa. Muitos leem esta mudança como a memória viva de quem finalmente transpôs os portões depois da longa subida, ou como a expressão de toda uma comunidade que se reconhece reunida diante de Deus. As portas de Jerusalém eram mais que uma entrada física; eram símbolo de acolhida, de segurança e de pertencimento ao povo da aliança.
O contraste entre a alegria antecipada do primeiro versículo e esta chegada concreta ensina algo sobre a vida de fé: Deus não desperta em nós anseios apenas para frustrá-los. Aquilo que o coração deseja em Deus costuma, a seu tempo, tornar-se experiência real. Cabe ao leitor guardar essa gratidão pelos momentos em que percebe que já foi conduzido aonde tanto queria estar.