“A dextra do Senhor se exalta: a dextra do Senhor faz proezas.”
Ouça Salmos 118:16
O que este versículo diz
O versículo retoma e intensifica a imagem da destra do Senhor, repetindo-a três vezes entre os versículos 15 e 16, num recurso poético que sublinha a ênfase, algo próprio da poesia hebraica, que insiste pela repetição naquilo que importa. A mão direita de Deus "se exalta", ergue-se em triunfo, e "faz proezas", realiza feitos poderosos.
Essa insistência não é redundância vazia, mas um modo de gravar no coração e na memória do povo que a vitória pertence a Deus. Onde o mundo cantaria a força dos exércitos ou a astúcia dos líderes, o salmo canta apenas o braço do Senhor. Toda a glória é remetida a ele. Para o leitor de hoje, o versículo educa o olhar: diante de bênçãos e conquistas, a tentação é atribuí-las à própria capacidade. O salmista, ao contrário, ergue os olhos e reconhece de quem veio a proeza. Repetir que a destra do Senhor faz maravilhas é treinar o coração a devolver a Deus o crédito do que ele realiza.
O que este versículo diz
O versículo retoma e intensifica a imagem da destra do Senhor, repetindo-a três vezes entre os versículos 15 e 16, num recurso poético que sublinha a ênfase, algo próprio da poesia hebraica, que insiste pela repetição naquilo que importa. A mão direita de Deus "se exalta", ergue-se em triunfo, e "faz proezas", realiza feitos poderosos.
Essa insistência não é redundância vazia, mas um modo de gravar no coração e na memória do povo que a vitória pertence a Deus. Onde o mundo cantaria a força dos exércitos ou a astúcia dos líderes, o salmo canta apenas o braço do Senhor. Toda a glória é remetida a ele. Para o leitor de hoje, o versículo educa o olhar: diante de bênçãos e conquistas, a tentação é atribuí-las à própria capacidade. O salmista, ao contrário, ergue os olhos e reconhece de quem veio a proeza. Repetir que a destra do Senhor faz maravilhas é treinar o coração a devolver a Deus o crédito do que ele realiza.