“O homem bom se compadece, e empresta: disporá as suas coisas com juízo.”
Ouça Salmos 112:5
O que este versículo diz
O salmo agora concretiza a misericórdia do versículo anterior em gestos econômicos bem definidos: o homem bom "se compadece e empresta". No mundo bíblico, emprestar ao necessitado — muitas vezes sem cobrar juros, conforme a Lei orientava — era um ato de solidariedade que sustentava o pobre em sua dignidade, e não um negócio para lucro. A bondade aqui não é sentimento vago, mas decisão prática que mexe no bolso.
A segunda metade acrescenta equilíbrio: ele "disporá as suas coisas com juízo", ou seja, administra seus assuntos com discernimento e prudência. Generosidade e sabedoria caminham juntas: dar não significa ser imprudente, e prudência não é desculpa para o egoísmo. O justo sabe unir coração aberto e mãos sensatas. Para nós, o versículo desafia uma fé que se diz compassiva mas nunca chega às finanças. Amar o próximo inclui gerir bem o que temos, para que sobre algo a partilhar, com generosidade e também com bom senso.
O que este versículo diz
O salmo agora concretiza a misericórdia do versículo anterior em gestos econômicos bem definidos: o homem bom "se compadece e empresta". No mundo bíblico, emprestar ao necessitado — muitas vezes sem cobrar juros, conforme a Lei orientava — era um ato de solidariedade que sustentava o pobre em sua dignidade, e não um negócio para lucro. A bondade aqui não é sentimento vago, mas decisão prática que mexe no bolso.
A segunda metade acrescenta equilíbrio: ele "disporá as suas coisas com juízo", ou seja, administra seus assuntos com discernimento e prudência. Generosidade e sabedoria caminham juntas: dar não significa ser imprudente, e prudência não é desculpa para o egoísmo. O justo sabe unir coração aberto e mãos sensatas. Para nós, o versículo desafia uma fé que se diz compassiva mas nunca chega às finanças. Amar o próximo inclui gerir bem o que temos, para que sobre algo a partilhar, com generosidade e também com bom senso.