“Ele se cobre de luz como de um vestido, estende os céus como uma cortina.”
Ouça Salmos 104:2
O que este versículo diz
Continuando a descrição da majestade divina, o poeta segue vestindo Deus com imagens. Se no versículo anterior a veste era glória, agora é a própria "luz" que o envolve. É notável que a criação da luz, no primeiro capítulo de Gênesis, apareça aqui como manto do Criador: aquilo que Ele fez, Ele veste. Deus não é a luz física, mas ela o revela e o cerca.
A segunda imagem é doméstica e delicada: os céus são estendidos "como uma cortina", ou como o tecido de uma tenda que se arma. O firmamento imenso vira algo que Deus manuseia com a facilidade de quem monta a própria morada. Esse contraste entre o cosmos e o gesto simples de estender um pano diz muito: o que nos parece infinito é, para o Criador, obra tranquila de suas mãos. Diante disso, o leitor aprende a olhar o céu não com angústia pela própria pequenez, mas com confiança em quem o armou.
O que este versículo diz
Continuando a descrição da majestade divina, o poeta segue vestindo Deus com imagens. Se no versículo anterior a veste era glória, agora é a própria "luz" que o envolve. É notável que a criação da luz, no primeiro capítulo de Gênesis, apareça aqui como manto do Criador: aquilo que Ele fez, Ele veste. Deus não é a luz física, mas ela o revela e o cerca.
A segunda imagem é doméstica e delicada: os céus são estendidos "como uma cortina", ou como o tecido de uma tenda que se arma. O firmamento imenso vira algo que Deus manuseia com a facilidade de quem monta a própria morada. Esse contraste entre o cosmos e o gesto simples de estender um pano diz muito: o que nos parece infinito é, para o Criador, obra tranquila de suas mãos. Diante disso, o leitor aprende a olhar o céu não com angústia pela própria pequenez, mas com confiança em quem o armou.