“Abre a tua boca a favor do mudo, pelo direito de todos que vão perecendo.”
Ouça Provérbios 31:8
O que este versículo diz
Agora o oráculo materno atinge seu ápice moral. Depois de falar sobre autodomínio e compaixão, ela convoca o filho à ação em favor dos que não têm voz: "abre a tua boca a favor do mudo". O "mudo" aqui não é apenas quem não pode falar fisicamente, mas todo aquele que, por fraqueza, pobreza ou opressão, não consegue defender-se nem ser ouvido.
É o cerne do que significa exercer poder de forma justa. A boca do rei — que os versos anteriores pediam que ficasse longe do excesso — deve agora abrir-se para proteger os vulneráveis. O silêncio diante da injustiça é aqui apresentado como falha; falar pelos indefesos é dever, não favor. Para nós, o versículo interpela qualquer um que tenha alguma voz, alguma influência, algum lugar de fala. Usar essa voz para os que não têm nenhuma é uma das formas mais concretas e nobres de viver a justiça que a Bíblia tanto exalta.
O que este versículo diz
Agora o oráculo materno atinge seu ápice moral. Depois de falar sobre autodomínio e compaixão, ela convoca o filho à ação em favor dos que não têm voz: "abre a tua boca a favor do mudo". O "mudo" aqui não é apenas quem não pode falar fisicamente, mas todo aquele que, por fraqueza, pobreza ou opressão, não consegue defender-se nem ser ouvido.
É o cerne do que significa exercer poder de forma justa. A boca do rei — que os versos anteriores pediam que ficasse longe do excesso — deve agora abrir-se para proteger os vulneráveis. O silêncio diante da injustiça é aqui apresentado como falha; falar pelos indefesos é dever, não favor. Para nós, o versículo interpela qualquer um que tenha alguma voz, alguma influência, algum lugar de fala. Usar essa voz para os que não têm nenhuma é uma das formas mais concretas e nobres de viver a justiça que a Bíblia tanto exalta.