Provérbios 11:17
“O homem benigno faz bem à sua propria alma, mas o cruel perturba a sua propria carne.”
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“O homem benigno faz bem à sua propria alma, mas o cruel perturba a sua propria carne.”
O que este versículo diz
O provérbio revela uma verdade profunda sobre bondade e crueldade: elas voltam-se, antes de tudo, sobre quem as pratica. O homem "benigno", o que trata os outros com misericórdia, "faz bem à sua própria alma" — a bondade o nutre por dentro, gerando paz e integridade. Ser generoso não empobrece; enriquece o coração de quem doa.
Já o cruel "perturba a sua própria carne", isto é, prejudica a si mesmo. O rancor, a dureza e a vingança corroem quem os alimenta, adoecendo o corpo e a mente antes de ferir o alvo. A ciência de hoje confirma o que o provérbio já intuía: viver amargurado cobra um preço físico e emocional. O texto nos convida, então, a escolher a compaixão não apenas por dever, mas porque ela é boa para nós mesmos. Perdoar, tratar bem, aliviar o próximo — tudo isso, além de abençoar o outro, é uma forma de cuidar da própria vida interior.