O capítulo abre com a fórmula solene que percorre todo o livro de Números: uma palavra dirigida a Moisés. Estamos nas planícies de Moabe, junto ao Jordão, no fim da longa caminhada pelo deserto, com a entrada em Canaã já no horizonte. Antes de morrer, Moisés recebe ainda uma última incumbência ligada aos acontecimentos de Peor, narrados em Números 25, quando Midiã havia arrastado Israel à idolatria.
Vale notar que o relato não começa com iniciativa humana, mas com a iniciativa divina que abre a cena. Para o leitor devoto, esse detalhe é importante: mesmo os episódios mais duros e desconcertantes das Escrituras são apresentados dentro de um diálogo, de uma relação. Deus fala, e a partir dessa fala a história se desenrola. Convém receber estes versículos difíceis com reverência e com perguntas honestas, sem fingir que compreendemos tudo, confiando que a Palavra continua a nos formar mesmo onde nos custa entender.
O que este versículo diz
O capítulo abre com a fórmula solene que percorre todo o livro de Números: uma palavra dirigida a Moisés. Estamos nas planícies de Moabe, junto ao Jordão, no fim da longa caminhada pelo deserto, com a entrada em Canaã já no horizonte. Antes de morrer, Moisés recebe ainda uma última incumbência ligada aos acontecimentos de Peor, narrados em Números 25, quando Midiã havia arrastado Israel à idolatria.
Vale notar que o relato não começa com iniciativa humana, mas com a iniciativa divina que abre a cena. Para o leitor devoto, esse detalhe é importante: mesmo os episódios mais duros e desconcertantes das Escrituras são apresentados dentro de um diálogo, de uma relação. Deus fala, e a partir dessa fala a história se desenrola. Convém receber estes versículos difíceis com reverência e com perguntas honestas, sem fingir que compreendemos tudo, confiando que a Palavra continua a nos formar mesmo onde nos custa entender.