“Todavia o quenita será consumido, até que Assur te leve por prisioneiro.”
Ouça Números 24:22
O que este versículo diz
O oráculo completa o que o versículo anterior antecipava: apesar do ninho firme na penha, o quenita seria consumido, levado cativo quando Assur — a Assíria — se impusesse. A imagem da rocha segura se desfaz diante do poder de um império que arrastaria os povos ao exílio. A menção a Assur situa o horizonte da profecia num tempo futuro, marcado pelas grandes potências que dominariam a região.
Há certa obscuridade nos detalhes deste oráculo, e a tradição reconhece que nem todos os seus elementos são de leitura fácil. O sentido central, porém, permanece nítido: nenhuma segurança construída pelo homem resiste indefinidamente às forças da história. O ninho na penha, tão firme na aparência, não escapa do cativeiro. Para o leitor, o contraste com as promessas feitas a Israel é instrutivo. A permanência não vem da altura da rocha em que nos instalamos, mas da fidelidade de Deus. Onde ele não é o fundamento, mesmo as posições mais seguras acabam cedendo diante do tempo e das potências que se levantam.
O que este versículo diz
O oráculo completa o que o versículo anterior antecipava: apesar do ninho firme na penha, o quenita seria consumido, levado cativo quando Assur — a Assíria — se impusesse. A imagem da rocha segura se desfaz diante do poder de um império que arrastaria os povos ao exílio. A menção a Assur situa o horizonte da profecia num tempo futuro, marcado pelas grandes potências que dominariam a região.
Há certa obscuridade nos detalhes deste oráculo, e a tradição reconhece que nem todos os seus elementos são de leitura fácil. O sentido central, porém, permanece nítido: nenhuma segurança construída pelo homem resiste indefinidamente às forças da história. O ninho na penha, tão firme na aparência, não escapa do cativeiro. Para o leitor, o contraste com as promessas feitas a Israel é instrutivo. A permanência não vem da altura da rocha em que nos instalamos, mas da fidelidade de Deus. Onde ele não é o fundamento, mesmo as posições mais seguras acabam cedendo diante do tempo e das potências que se levantam.