Setur, filho de Micael, representa Aser, tribo cujo nome evoca felicidade e cujas bênçãos antigas falavam de fartura e azeite. É irônico e instrutivo que homens vindos de tribos abençoadas com promessas de abundância viessem a duvidar justamente da terra que "mana leite e mel". Às vezes, quem mais recebeu é quem mais teme perder, e a memória das bênçãos não basta para sustentar a fé no momento da provação.
O nome do pai, Micael, contém em hebraico a pergunta "quem é como Deus?", embora seja prudente não forçar leituras teológicas sobre um simples patronímico. Ainda assim, a pergunta reverbera sobre todo o capítulo: quem é como Deus, capaz de dar uma terra e cumprir sua palavra? Os espias logo responderão comparando gigantes a si mesmos, esquecendo-se de comparar tudo com o poder de Deus. Aí está a raiz do medo: medir os obstáculos pela própria força, e não pela grandeza de quem promete.
O que este versículo diz
Setur, filho de Micael, representa Aser, tribo cujo nome evoca felicidade e cujas bênçãos antigas falavam de fartura e azeite. É irônico e instrutivo que homens vindos de tribos abençoadas com promessas de abundância viessem a duvidar justamente da terra que "mana leite e mel". Às vezes, quem mais recebeu é quem mais teme perder, e a memória das bênçãos não basta para sustentar a fé no momento da provação.
O nome do pai, Micael, contém em hebraico a pergunta "quem é como Deus?", embora seja prudente não forçar leituras teológicas sobre um simples patronímico. Ainda assim, a pergunta reverbera sobre todo o capítulo: quem é como Deus, capaz de dar uma terra e cumprir sua palavra? Os espias logo responderão comparando gigantes a si mesmos, esquecendo-se de comparar tudo com o poder de Deus. Aí está a raiz do medo: medir os obstáculos pela própria força, e não pela grandeza de quem promete.