“Todos os homens a veem, e o homem a enxerga de longe.”
Ouça Jó 36:25
O que este versículo diz
Eliú prossegue no tema da obra visível de Deus: "todos os homens a veem", e cada um "a enxerga de longe". Ele destaca o caráter universal e acessível da criação como testemunho de Deus. Ninguém precisa de conhecimento especial para contemplar os céus, as chuvas, as estações; toda a humanidade, de perto ou de longe, pode admirar a obra do Criador.
Há aqui uma bela intuição, que ecoa por toda a Escritura: a criação fala de Deus a todos os povos, numa linguagem que dispensa palavras. É uma revelação que atravessa fronteiras e culturas. Ao mesmo tempo, a expressão "de longe" carrega uma nuance importante: vemos a obra, mas de certa distância; contemplamos os efeitos, sem alcançar plenamente o mistério de quem a fez. Para o leitor, o versículo é um convite à contemplação disponível a todos. Basta erguer os olhos ao mundo para encontrar sinais da grandeza de Deus. E, ao mesmo tempo, reconhecer humildemente que o que vemos é apenas a borda de suas obras.
O que este versículo diz
Eliú prossegue no tema da obra visível de Deus: "todos os homens a veem", e cada um "a enxerga de longe". Ele destaca o caráter universal e acessível da criação como testemunho de Deus. Ninguém precisa de conhecimento especial para contemplar os céus, as chuvas, as estações; toda a humanidade, de perto ou de longe, pode admirar a obra do Criador.
Há aqui uma bela intuição, que ecoa por toda a Escritura: a criação fala de Deus a todos os povos, numa linguagem que dispensa palavras. É uma revelação que atravessa fronteiras e culturas. Ao mesmo tempo, a expressão "de longe" carrega uma nuance importante: vemos a obra, mas de certa distância; contemplamos os efeitos, sem alcançar plenamente o mistério de quem a fez. Para o leitor, o versículo é um convite à contemplação disponível a todos. Basta erguer os olhos ao mundo para encontrar sinais da grandeza de Deus. E, ao mesmo tempo, reconhecer humildemente que o que vemos é apenas a borda de suas obras.