Aqui começa o primeiro discurso de Sofar, o naamatita, o terceiro amigo de Jó a tomar a palavra. Depois de Elifaz, que apelou à experiência e às visões, e de Bildade, que se apoiou na tradição dos antigos, Sofar entra em cena com um tom mais duro e impaciente. Naamá era provavelmente uma localidade ligada a Edom ou ao deserto árabe; a Bíblia não nos dá detalhes precisos sobre sua idade ou origem, e a tradição apenas o situa entre os sábios do Oriente. O texto não afirma que fosse o mais jovem: ser o último a falar não indica quem era mais novo.
O simples ato de responder mostra que estamos diante de um debate vivo, em que cada amigo reage ao que Jó acabou de dizer. Vale lembrar, ao entrarmos neste capítulo, que o narrador já declarou Jó justo. Isso nos convida a ouvir Sofar com discernimento: nem tudo que um homem religioso afirma com veemência corresponde ao coração de Deus. Peçamos a graça de escutar antes de julgar quem sofre.
O que este versículo diz
Aqui começa o primeiro discurso de Sofar, o naamatita, o terceiro amigo de Jó a tomar a palavra. Depois de Elifaz, que apelou à experiência e às visões, e de Bildade, que se apoiou na tradição dos antigos, Sofar entra em cena com um tom mais duro e impaciente. Naamá era provavelmente uma localidade ligada a Edom ou ao deserto árabe; a Bíblia não nos dá detalhes precisos sobre sua idade ou origem, e a tradição apenas o situa entre os sábios do Oriente. O texto não afirma que fosse o mais jovem: ser o último a falar não indica quem era mais novo.
O simples ato de responder mostra que estamos diante de um debate vivo, em que cada amigo reage ao que Jó acabou de dizer. Vale lembrar, ao entrarmos neste capítulo, que o narrador já declarou Jó justo. Isso nos convida a ouvir Sofar com discernimento: nem tudo que um homem religioso afirma com veemência corresponde ao coração de Deus. Peçamos a graça de escutar antes de julgar quem sofre.